No Angel
This distance is persistently drilling
I proceed to push away all that has ever been gifted and the wishes are spilling
I can see my presence fading out and only if I listened I could fix this incision
Draw the pain away and drown everything in my existence just to rinse this revision
Feeding into what's been eating at me
I must seem to miss this more than bliss
Is it killing all that's left alive inside?
I feel like this isn't living
Will you listen or fill it up with something that's above
The constant plagues that keep on
Haunting me, following
Calling me to the offering underground
I can breathe, I can see
Weakened, defiled, and faltering
The fucking taste is hollowing
Causing me constant destruction
Carnage seeps into the veins of hostile fiends
Fostering all of this hatred harboring within decrepit carcasses
Cold as this coffin constructed from my sins
It feeds infections under skin
Thick and thin
Wearing me into lifelessness, I feel the friction
Tear at limbs, broken hymns
Pray for me and all my friends
Waste away as I did
I can see I'm here again
Giving up
Visions tend to make my decisions, leading me astray and leaving me with lack of ambition
In an instance, I'm hidden underneath
It just repeats and rips a piece from my soul
And still
There's no fucking angel here, only fear
Testing my senses
I adhere to the clenching grip
I hear only tears falling in fashion
Death appears in my shadow
Tempting me, testing me
Clenching teeth, severing
Tempting me, testing me
Clenching teeth, severing
Tempting me, testing me
Clenching teeth, severing
Tempting me, testing me
Clenching teeth, severing
Tempting me, testing me
Clenching teeth, severing
Tempting me, testing me
Clenching teeth, severing
Tempting me, testing me
Clenching teeth, severing
Tempting me, testing me
Clenching teeth, severing
In the end
Hands filled with hatred, so cold
No one left to sing to
I don't care at all
Nenhum Anjo
Essa distância está me perfurando
Eu sigo afastando tudo que já foi dado e os desejos estão transbordando
Consigo ver minha presença se apagando e só se eu tivesse ouvido eu poderia consertar essa incisão
Afaste a dor e afogue tudo na minha existência só pra limpar essa revisão
Alimentando o que tem me consumido
Deve parecer que eu sinto mais falta disso do que da felicidade
Está matando tudo que ainda está vivo dentro de mim?
Sinto que isso não é viver
Você vai ouvir ou preencher com algo que está acima
Das pragas constantes que continuam
Me assombrando, seguindo
Me chamando para a oferta subterrânea
Consigo respirar, consigo ver
Enfraquecido, profanado e vacilante
O gosto é uma merda, está me esvaziando
Causando constante destruição
Carnificina infiltra nas veias de criaturas hostis
Fomentando todo esse ódio que abriga dentro de carcaças decrépitas
Frio como esse caixão construído dos meus pecados
Alimenta infecções sob a pele
Grossa e fina
Me desgastando até a falta de vida, sinto a fricção
Rasga membros, hinos quebrados
Reze por mim e por todos os meus amigos
Desperdiçando-se como eu fiz
Consigo ver que estou aqui de novo
Desistindo
Visões tendem a fazer minhas decisões, me levando para o caminho errado e me deixando sem ambição
Num instante, estou escondido embaixo
Só se repete e arranca um pedaço da minha alma
E ainda
Não há nenhum anjo aqui, só medo
Testando meus sentidos
Eu me apego à pressão apertada
Só ouço lágrimas caindo de forma
A morte aparece na minha sombra
Me tentam, me testam
Dentes cerrados, cortando
Me tentam, me testam
Dentes cerrados, cortando
Me tentam, me testam
Dentes cerrados, cortando
Me tentam, me testam
Dentes cerrados, cortando
Me tentam, me testam
Dentes cerrados, cortando
Me tentam, me testam
Dentes cerrados, cortando
Me tentam, me testam
Dentes cerrados, cortando
Me tentam, me testam
Dentes cerrados, cortando
No final
Mãos cheias de ódio, tão frias
Ninguém mais para cantar
Eu não me importo nem um pouco