Consecuencia
Ya no voy a contar los días
En medio de esta situación
Jamás me quedaría
Desesperado y estimulado
Así funciona el corazón
Paradoja oxímoron
Quizá una profecía
Todo se rompe para abrirse
No hay un devenir
No hay una razón
Estoy cambiando
Pero siempre soy yo
Escribo de una utopía
De soltar toda moral
De la inmensa poesía
En todas las cosas es natural
Es acaso esta canción
Como campanas de viento
La fatua melodía
Sola se crea soy consecuencia
No hay un devenir
No hay una razón
Estoy cambiando
Pero siempre soy yo
Luces sobre mí
Tengo su atención
Estoy cambiando
Y no conozco algo mejor
Consequência
Não vou mais contar os dias
No meio dessa situação
Nunca ficaria
Desesperado e estimulado
Assim funciona o coração
Paradoxo oxímoro
Talvez uma profecia
Tudo se quebra para se abrir
Não há um destino
Não há uma razão
Estou mudando
Mas sempre sou eu
Escrevo sobre uma utopia
De soltar toda moral
Da imensa poesia
Em todas as coisas é natural
Será que essa canção
Como sinos de vento
A fútil melodia
Sozinha se cria sou consequência
Não há um destino
Não há uma razão
Estou mudando
Mas sempre sou eu
Luzes sobre mim
Tenho sua atenção
Estou mudando
E não conheço algo melhor
Composição: Alejo Freixas, Jeremias Jose Alegre, Federico Octavio Penzotti Norzi, Cruz Manuel Hunkeler