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Príncipe dos Feridos

1917 (Argentina)

Principe de los Dolidos

Infimo Principe De Los Dolidos,
Mueven Tu Ser Las Mismas Vibraciones
Que Hacen Latir Como Enjambre De Gusanos
Al Corazon Negro De Los Malditos.

Tus Ladridos De Ardor Desmesurado
Buscan Legitimar Tus Privilegios,
Sofocando Aun Mas A Los Desamparados
Y Fraguando Manifiestos Y Misterios.

Distante Y Frio Como Lapida Añeja,
Pidiendole A Los Muertos Que Despierten
A Una Vida Identica A La Muerte.

Infimo Principe De Los Dolidos,
Sombra Rapaz Deseando Brillo Propio,
Falso Timon Del Navio De Los Necios
En Ese Mar Que Se Llama Destino...

Tu Linaje Pretende Ser La Prueba
De Una Gracia Infinita De Bondades;
Cada Cantico Solemne Que Le Elevas
Es Un Himno Victorioso Del Ultraje.

Príncipe dos Feridos

Ínfimo Príncipe dos Feridos,
Movem teu ser as mesmas vibrações
Que fazem pulsar como enxame de vermes
O coração negro dos malditos.

Teus latidos de ardor desmedido
Buscam legitimar teus privilégios,
Sufocando ainda mais os desamparados
E forjando manifestos e mistérios.

Distante e frio como lápide antiga,
Pedindo aos mortos que acordem
Para uma vida idêntica à morte.

Ínfimo Príncipe dos Feridos,
Sombra voraz desejando brilho próprio,
Falso leme do navio dos tolos
Nesse mar que se chama destino...

Teu linhagem pretende ser a prova
De uma graça infinita de bondades;
Cada cântico solene que lhe elevas
É um hino vitorioso do ultraje.

Composição: