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O Crepúsculo dos Homens

1917 (Argentina)

El Crepusculo de Los Hombres

Crepusculo frío va envolviendo sin prisa y sin pausa
A un mundo abatido y complaciente que sabe aletargado.
Susurros que narran con elocuencia la historia del futuro,
Y el coro enfermizo de los profetas que auguran el pasado.

Sumision ardiente por el hecho de ser fiel...
Reflexion absurda al calor de la idiotez...
Habito y desidia de narcotica quietud...
Clavos de ataud.

Los castigados piden por más;
En sus miserias hallan la paz.
Nuevos senderos que desdeñar,
Viejas bajezas que enarbolar.

La eterna ironia danza a sus anchas, sin sitio ni momento...
El ocio traiciona trocando por vicios cualquier conocimiento...

Sumision ardiente por el hecho de ser fiel...
Reflexion absurda al calor de la idiotez...
Habito y desidia de narcotica quietud...
Clavos de ataud.

O Crepúsculo dos Homens

Crepúsculo frio vai envolvendo sem pressa e sem pausa
Um mundo abatido e complacente que parece adormecido.
Sussurros que contam com eloquência a história do futuro,
E o coro doentio dos profetas que preveem o passado.

Submissão ardente pelo fato de ser fiel...
Reflexão absurda ao calor da idiotice...
Hábito e desídia de uma quietude narcótica...
Cravos de caixão.

Os castigados pedem por mais;
Em suas misérias encontram a paz.
Novos caminhos que desprezar,
Velhas baixeza que levantar.

A eterna ironia dança à vontade, sem lugar nem momento...
O ócio trai, trocando por vícios qualquer conhecimento...

Submissão ardente pelo fato de ser fiel...
Reflexão absurda ao calor da idiotice...
Hábito e desídia de uma quietude narcótica...
Cravos de caixão.

Composição: