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corda e balanço

a casa mais estranha não tem número

No limite sufocante das paredes do meu quarto
O ar que mal circula, o tempo estica e encolhe
E haja cabeça pra assimilar
Porque ninguém escolhe o humor quando vai deitar
Qual sua opção pra amenizar o pior?
Eu já tentei de tudo que pareça com suas soluções
Que sempre serviram pra mim, mas agora eu me perdi