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O Sinistro

A Legend Falls

The Ominous

Keep your face down. Hold your breath
sweetness, this moment is beauteous.
In the stillness we undermine the innocence.
Be silent. Your screams are but a whisper now.
The blood that stains the asphalt taints you harlot.
In glorious creation the one who watches over you absolves the deed in motion. It warms the soul and brands us whole. So pure to enter into this tragedy. This prodigy is a reflection of my pain. But not my own. Share this cold steel. My will now turns to unity. The matriarch and the omnipotent. Let the child roam. Caged, I age to be set free and alone. Let the lost roam. In a sense I lost myself. Our innocence meant something more than our desire to isolate and in your scent I found my purpose. So face down. Hold your breath sweetness, this moment is beauteous. Face down. Share this cold steel. My will now turns to unity. The matriarch and the omnipotent. The matriarch and the ominous. Break the cycle

O Sinistro

Mantenha seu rosto pra baixo. Prenda a respiração
docinho, este momento é lindo.
Na quietude, minamos a inocência.
Fique em silêncio. Seus gritos são apenas um sussurro agora.
O sangue que mancha o asfalto te macula, vadia.
Na criação gloriosa, quem te observa absolve o ato em movimento. Aquece a alma e nos marca por inteiro. Tão puro entrar nessa tragédia. Este prodígio é um reflexo da minha dor. Mas não é minha. Compartilhe este aço frio. Minha vontade agora se volta para a unidade. A matriarca e o onipotente. Deixe a criança vagar. Enjaulada, envelheço para ser libertado e ficar sozinho. Deixe os perdidos vagarem. De certa forma, eu me perdi. Nossa inocência significava algo mais do que nosso desejo de nos isolar e no seu cheiro eu encontrei meu propósito. Então, rosto pra baixo. Prenda a respiração, docinho, este momento é lindo. Rosto pra baixo. Compartilhe este aço frio. Minha vontade agora se volta para a unidade. A matriarca e o onipotente. A matriarca e o sinistro. Quebre o ciclo.