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Já Não Entendo Nada

A Palo Seco

Ya No Entiendo Nada

Ya no entiendo nada

Levantas la vista y ves a las furzas del orden pisoteando
La cabeza de un hombre mientras golpean
Las plantas de sus pies con sus porras cargadas de odio
Sin concretar, mientras un palestino explota atado
A unos cuantos kilos de bombas en un autobús
Que llevaba unos cuantos currantes hacer su trabajo
Su puto trabajo, trabajo que mata volar por los aires
Lo mismo me da morir maniatado que se ha suicidado
Y pienso en lo poko que podemos hacer dirigidos y manipulados
Expuestos al cruel y fanatico punto de vista
De algun que otro enfermo que te puede incluir en su lista
Y entonces comprendes mi grito

Ya no entiendo nada

Niños que vuelan en pedazitos pisando una bomba olvidada
De no se que guerra las focas tambien trozeadas
Molidas a palos por hombres , mujeres , niños , travestis
En bolsas lanzados a rios, montañas, volkanes, desiertos
Tribusurbanas dándose de tiros y gente muriendo por la heroína
Traficada trasportada confiscada adulterada por estos y aquellos
Su perro, su prima, su amante, su chofer, su puta madre
Levantas la vista de la carretera un perro, un gato, un conejo,
Una rata, un marciano, aplastados mientras un bastardo se fuma
Un cigarro y escucho el llanto de su mujercita violada

Ya no entiendo nada

Sera mejor que alguien encuentre un modo de parar esta
Espiral de odio o acabaremos matándonos a tiros
Todos contra todos presos de la rabia

Já Não Entendo Nada

Já não entendo nada

Você levanta a cabeça e vê as forças da ordem pisoteando
A cabeça de um homem enquanto batem
As plantas dos pés dele com suas porras cheias de ódio
Sem parar, enquanto um palestino explode amarrado
A alguns quilos de bombas em um ônibus
Que levava alguns trabalhadores pra fazer seu trampo
Seu maldito trampo, um trabalho que mata, voar pelos ares
Tanto faz morrer amarrado ou se suicidar
E penso no pouco que podemos fazer, dirigidos e manipulados
Expostos ao cruel e fanático ponto de vista
De algum doente que pode te incluir na lista dele
E então você entende meu grito

Já não entendo nada

Crianças que voam em pedaços pisando numa bomba esquecida
De não sei que guerra, as focas também despedaçadas
Moídas a pauladas por homens, mulheres, crianças, travestis
Em sacos jogados em rios, montanhas, vulcões, desertos
Tribes urbanas se atirando e gente morrendo por heroína
Tráfico, transportada, confiscada, adulterada por esses e aqueles
Seu cachorro, sua prima, seu amante, seu motorista, sua puta mãe
Você levanta a cabeça da estrada, um cachorro, um gato, um coelho,
Uma ratazana, um marciano, esmagados enquanto um bastardo fuma
Um cigarro e ouço o choro da sua mulherzinha estuprada

Já não entendo nada

É melhor que alguém encontre um jeito de parar essa
Espiral de ódio ou vamos acabar nos matando a tiros
Todos contra todos, presos da raiva