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Morte Espumosa e Rubra

Abbreviated. Life. Expectancy.

Spumous Erubescent Death

Insipid fumes fromst the atrabilious chimney
Whilst in the sanctified crevet I pillage
For human slag
Still steaming in the crematorium's pyre

Bio-organic ebullition, bones tar, tallow dehydrates
For my deleterious horticulture so that I may cultivate
Spumous erubescent death

Your mortal mechanism dies
In nutrients rich
In the hallowed turf you die

Charred sinew's as lime, no phosphates do I need
Deteriorated flesh as top-soil, to replenish and nourish
Spreading this human potash, as ash matured
Recycling my rich harvest, bring out your dead
For use as manure

Irrigating tears are shed, but the ground still must be fed
And there's no rest for the dead
Spumous erubescent death

Tipping and dusting up the spilt contents of urns
Every morsel that glows as embers on the fire
Extinguishing all hope of beatrific dispatch
These charred chassis desired

Exquisite rites now performed, a coronary sooting up the flu
Enter my execrable inferno

The nitrogen content's high
But the flesh is weak
At the graveside mourners cry
You're never to wake again

Burnt brisket renews the ground, to germinate my seed
Cremated bodies are my spoil, to use them as plant-feed
Ploughing this abhorrent human manure
Seedling my rich harvest, bring out your dead
For the soils to devour

Dry the dead are bled, because the ground must be fed
And there's still no rest for the dead

I propagate
Dust in the grate
Spumous Erubescent death

Ashes to ashes, dust to dust, diluted in water and sprayed on crops
Charcoal, fats, flesh and soot fertilising pasture

Incumbent, latent calories are spent

Ashes to ashes, dust to dust, renewing the land with corpses corrupt
Mortuary scrapings, hearses a must
Harvesting the defouled, to fertilise my soil
Rejuvenating the spent with my fecundate spoils

Reaping the gone, to nourish the land
Replenishing exhausted pasture with my uncanny sleight of hand
Restoring the unnatural balance, sowing my seed
Defalcating the departed, I rapt and glean

So I recite my contrite lament, lacrimation for the dead
Their rest which I disturb
Where should stand row upon row of cold grey remembrance stones
My cash crops now grow

Spumous erubescent death

Morte Espumosa e Rubra

Fumos insípidos da chaminé melancólica
Enquanto no crematório sagrado eu pilho
Por restos humanos
Ainda fumegando na pira do crematório

Ebullicão bio-orgânico, ossos de alcatrão, sebo desidratado
Para minha horticultura deletéria, para que eu possa cultivar
Morte espumosa e rubra

Seu mecanismo mortal morre
Em nutrientes ricos
Na terra sagrada você morre

Tendões carbonizados como cal, não preciso de fosfatos
Carne deteriorada como solo, para repor e nutrir
Espalhando este potássio humano, como cinzas amadurecidas
Reciclando minha rica colheita, tragam seus mortos
Para usar como adubo

Lágrimas irrigadoras são derramadas, mas a terra ainda precisa ser alimentada
E não há descanso para os mortos
Morte espumosa e rubra

Virando e limpando o conteúdo derramado das urnas
Cada pedaço que brilha como brasas no fogo
Extinguindo toda esperança de um despacho beatífico
Esses chassis carbonizados desejados

Rituais requintados agora realizados, um coronário sujando a chaminé
Entre no meu inferno execrável

O teor de nitrogênio é alto
Mas a carne é fraca
À beira da sepultura, os enlutados choram
Você nunca vai acordar de novo

Peito queimado renova a terra, para germinar minha semente
Corpos cremados são meu saque, para usá-los como ração
Arando este abominável adubo humano
Semeando minha rica colheita, tragam seus mortos
Para que os solos devorem

Secos, os mortos são drenados, porque a terra precisa ser alimentada
E ainda não há descanso para os mortos

Eu propago
Poeira na grelha
Morte espumosa e rubra

Cinzas para cinzas, poeira para poeira, diluídas em água e borrifadas nas colheitas
Carvão, gorduras, carne e fuligem fertilizando pastagens

Calorias incumbentes, latentes, são gastas

Cinzas para cinzas, poeira para poeira, renovando a terra com corpos corruptos
Raspas mortuárias, carroças são essenciais
Colhendo os defumados, para fertilizar meu solo
Rejuvenescendo o gasto com meus despojos fecundos

Colhendo os que se foram, para nutrir a terra
Repondo pastagens exauridas com meu estranho truque de mágica
Restaurando o equilíbrio antinatural, semeando minha semente
Desviando os falecidos, eu rapto e colho

Assim eu recito meu lamento contrito, lacrimação pelos mortos
Seu descanso que eu perturbo
Onde deveriam estar fileiras de frias pedras de lembrança cinzentas
Minhas colheitas agora crescem

Morte espumosa e rubra

Composição: