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Marco Polo de Arrabal

Abelardos

Marco Polo de Arrabal

De rodillas en cenizas
Blancas noches de papel
El dolor se come el pecho
Pero sabes bien
Que no hay mas que hacer

Marco polo de arrabal
Sin destino y sin final
Surca esquinas solitarias
Pero sabes bien
La vida es tan cruel

Marco polo de arrabal
Paso firme al caminar
Un canalla de la habana
Con el corazon a flor de piel

De rodillas en cenizas
Blancas noches de papel
Una estrella marca el paso
Pero sabes bien
Que no hay mas que hacer

Quijote sin tiempo
Lucha contra el viento
Quema sueños con su piel
Y sin bajar los brazos
Perro solitario
Sin un amo a quien lamer

Marco Polo de Arrabal

Ajoelhando-se em cinzas
Noites brancas de papel
Dor come o peito
Mas você conhece bem
Que não há mais nada a fazer

Quadro do pólo subúrbio
Nenhum destino e sem fim
Tome cantos solitários
Mas você conhece bem
A vida é tão cruel

Quadro do pólo subúrbio
Passo firme ao andar
Um canalha de Havana
Com o coração na pele

Ajoelhando-se em cinzas
Noites brancas de papel
Uma estrela marca a passagem
Mas você conhece bem
Que não há mais nada a fazer

Quixote sem tempo
Luta contra o vento
Queime sonhos com sua pele
E sem abaixar os braços
Cão solitário
Sem um mestre para lamber

Composição: