Profundamente na Noite
Profundamente na noite
Eu ouço a escuridão
Os ossos falam ao corpo
descansando em seus braços
Eu ouço o chamado
do doce abraço da vida
descansando cedo demais
Profundamente na noite
Eu sinto o pó das estrelas
O azul fala aos céus
cai do céu
Eu sinto as sombras
do próprio anseio do tempo
desvanecendo-se
Profundamente na noite
Eu rezo uma vela
para contar a nevasca
esperar pelo amanhecer
Eu rezo um halo
da fria manhã do homem
que se agarra à luz
Eu rezo um halo
da fria manhã do homem
que se mantém pela noite