Victorian Vigilante
Each night as i go walking
I hear the dead men talking
They tell me of all your misdeeds
Lead me to all your leads
Each night as i go walking underneath the lamplight
I bring my baritsu and i'm ready for a fight.
My boots are shining brown
And my cane's of oak.
I'll unleash some hurting on you,
Justice i'll invoke!
'cause i'm a victorian vigilante,
Bring some justice on your head.
From the palace to the riverside,
For your troubles you'll get led.
A victorian vigilante,
Bring some justice on your head
From the palace to the riverside,
For your troubles you'll be dead.
Cut scene: your victims dethroned!
Dripping ice hook on crimson cobblestones.
Wipe your hands on the dead man's greatcoat
And dive into the sewer's black moat.
All your steps have led me to this spot.
You hide your tracks but there's one that you forgot.
Drag your dripping coat out of the water black
But i stand waiting, and i'm on the attack!
'cause i'm a victorian vigilante,
Bring some justice on your head
From the palace to the riverside,
For your troubles you'll get led
A victorian vigilante,
Bring some justice on your head
From the palace to the riverside,
For your troubles you'll be dead.
Pacing slowly round each other in the rain
Our eyes are locked as you unsheathe your sword cane.
We know each other, although we've never met.
An ice cold game you won't soon forget.
You swing and thrust, i wrap you in my coat.
I'm suddenly behind you, and my blade is at your throat!
You kick and swing your fists and blade and shoe,
But all your twitching and pulling has cut your neck in two.
'cause i'm a victorian vigilante,
Bring some justice on your head
From the palace to the riverside
For your troubles you'll get led
A victorian vigilante,
Bring some justice on your head
From the palace to the riverside,
For your troubles you'll be dead
Vigilante Vitoriano
Cada noite, enquanto vou caminhando
Ouço os mortos conversando
Eles me contam sobre suas maldades
Me levam a todas as suas pistas
Cada noite, enquanto vou caminhando sob a luz do lampião
Trago meu baritsu e estou pronto pra brigar.
Minhas botas brilham em marrom
E minha bengala é de carvalho.
Vou te causar dor,
A justiça vou invocar!
Porque eu sou um vigilante vitoriano,
Trago justiça pra sua cabeça.
Do palácio até a beira do rio,
Por suas encrencas, você vai se dar mal.
Um vigilante vitoriano,
Trago justiça pra sua cabeça.
Do palácio até a beira do rio,
Por suas encrencas, você vai estar morto.
Corta cena: suas vítimas destronadas!
Gancho de gelo pingando em paralelepípedos carmesins.
Limpe suas mãos no sobretudo do morto
E mergulhe no fosso negro do esgoto.
Todos os seus passos me levaram a este lugar.
Você esconde suas trilhas, mas há uma que você esqueceu.
Arraste seu sobretudo pingando da água negra
Mas eu estou aqui esperando, e estou na ofensiva!
Porque eu sou um vigilante vitoriano,
Trago justiça pra sua cabeça.
Do palácio até a beira do rio,
Por suas encrencas, você vai se dar mal.
Um vigilante vitoriano,
Trago justiça pra sua cabeça.
Do palácio até a beira do rio,
Por suas encrencas, você vai estar morto.
Andando devagar um em volta do outro na chuva
Nossos olhos se encontram enquanto você desembainha sua espada-bengala.
Nos conhecemos, embora nunca tenhamos nos encontrado.
Um jogo gelado que você não vai esquecer tão cedo.
Você golpeia e ataca, eu te envolvo no meu casaco.
De repente estou atrás de você, e minha lâmina está na sua garganta!
Você chuta e balança seus punhos, lâmina e sapato,
Mas todo seu tremor e puxão cortaram seu pescoço ao meio.
Porque eu sou um vigilante vitoriano,
Trago justiça pra sua cabeça.
Do palácio até a beira do rio,
Por suas encrencas, você vai se dar mal.
Um vigilante vitoriano,
Trago justiça pra sua cabeça.
Do palácio até a beira do rio,
Por suas encrencas, você vai estar morto.