Mil Cargas
Lo que fue inculcado pronto es desterrado
Es llevar el dolor de las mil cargas ajenas
Cumpliendo el mandato
Que pronto se quema
Cuando el mundo de la espalda
Te consume tu infierno
Nada parece alcanzar
Todo se muere en ti
A la vida no hay retorno, dice la mente
Quienes viven del suplicio, relamen sus labios
Sus labios
Sus labios
Sus labios
Cuando el mundo de la espalda
Te consume tu infierno
Nada parece alcanzar
Todo se muere en ti
A la vida no hay retorno, dice la mente
Mi infierno
Mi infierno
Mi infierno
Mi infierno
Mil Cargas
O que foi ensinado logo é expulso
É carregar a dor das mil cargas dos outros
Cumprindo o mandado
Que logo se queima
Quando o mundo te vira as costas
Te consome seu inferno
Nada parece alcançar
Tudo morre em você
Na vida não há retorno, diz a mente
Quem vive do suplício, lambe os lábios
Seus lábios
Seus lábios
Seus lábios
Quando o mundo te vira as costas
Te consome seu inferno
Nada parece alcançar
Tudo morre em você
Na vida não há retorno, diz a mente
Meu inferno
Meu inferno
Meu inferno
Meu inferno
Composição: Alejandro Cano / Leandro Holubek / Alejandra Wentenao Melzi / Gianfranco Giannini / Santiago Geringer Tueros / Emanuel Feraude