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Revolta do Cibercristo

Abstinence

Revolt Of The Cyberchrist

Bodies become metallic
Scenery frozen, cement culture
Drowning, blurry future
Realities pixelized within my mind
Trapped under the hatred from years before, awakening
Breaking the patterns ingrained
Screaming, though no one hears
70 years mark the death of the analog bleeders
Digital birthsight programming all
Nothing now defines anything
Data screen enhanced pleading, meaningless
Trees no longer die, but they no longer live
Earth doomed, ozone death now history
Animals are now holograms in digital forests
All are free in this world
Indiscriminant scanners read numbers, not colors
No rape exists in a world of androgyny
And murders unknown since no one dies
Reconstructed bleeders hang in museums
As a reminder of a primitive Earth

Revolta do Cibercristo

Corpos se tornam metálicos
Cenário congelado, cultura de cimento
Afogando, futuro embaçado
Realidades pixelizadas dentro da minha mente
Preso sob o ódio de anos atrás, despertando
Quebrando os padrões enraizados
Gritando, embora ninguém ouça
70 anos marcam a morte dos sangradores analógicos
Programação de nascimento digital em tudo
Nada agora define nada
Tela de dados implorando, sem sentido
Árvores não morrem mais, mas também não vivem
Terra condenada, morte do ozônio agora é história
Animais agora são hologramas em florestas digitais
Todos são livres neste mundo
Escanners indiscriminados leem números, não cores
Não existe estupro em um mundo de androginia
E assassinatos desconhecidos, já que ninguém morre
Sangradores reconstruídos pendem em museus
Como um lembrete de uma Terra primitiva

Composição: