Addicted To Smothered Throats
Rising from the torpor of stale water
Reminiscent fragments of memories
Pierce my consciousness as shards of glass
Slowly forced through living meat
Reflecting images taught forever erased
How wrong was I now I discover
Feeble inside tenuous restrains of taught
Laid by confessions amid deep introspection
Solitary monologues of a madman's temptation
Scourging dreams of stealing chastened blood
From the vestibule of innocence
To satiate the thirsty vaults of my sick mind
Once more I watch these hands these fingers
A tight noose wound round a shriveling throat
Striped of life extinguished like a flame
Violated Venus dressed in liquid
Enveloped in death silhouetted in the darkling shimmer
Staring open mouthed back at me
In serene surreal ambiguity
Black eyes mirroring the haze on my blank face
Vacant within sinking the tips of my fingers into her
Eyes losing luster like worthless stones adorning
The disembodied remains beneath the surface tension
Specter of a denied past still looming in my head
But no more at rest now residing within my hands
At last released free afloat and she slowly sinks
Abandoning me as fluids invade her chest
Guilt does not impair primordial needs
This deed only inflames my hunger
Yearning more throats to smother
Viciado em Gargantas Asfixiadas
Levantando do torpor de água estagnada
Fragmentos reminiscente de memórias
Penetram minha consciência como estilhaços de vidro
Forçados lentamente através da carne viva
Refletindo imagens que deveriam estar para sempre apagadas
Quão errado eu estava agora que descubro
Frágil por dentro, tenuemente preso a ensinamentos
Impostos por confissões em meio a uma profunda introspecção
Monólogos solitários da tentação de um louco
Flagelando sonhos de roubar sangue domado
Do vestíbulo da inocência
Para saciar os ávidos cofres da minha mente doente
Mais uma vez eu observo essas mãos, esses dedos
Um nó apertado em volta de uma garganta murcha
Despojada de vida, extinta como uma chama
Vênus violada vestida em líquido
Envolta em morte, silhuetada no brilho sombrio
Olhando de boca aberta de volta para mim
Em uma serena ambiguidade surreal
Olhos negros refletindo a névoa no meu rosto vazio
Vazio, afundando as pontas dos meus dedos nela
Olhos perdendo o brilho como pedras sem valor adornando
Os restos desmembrados sob a tensão da superfície
Espectro de um passado negado ainda pairando na minha cabeça
Mas não mais em repouso, agora residindo em minhas mãos
Finalmente liberada, flutuando livre e ela lentamente afunda
Me abandonando enquanto fluidos invadem seu peito
A culpa não prejudica necessidades primordiais
Esse ato apenas inflama minha fome
Ansiando por mais gargantas para asfixiar