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Serenidade... Ceda aos Espinhos

Abyssian Desolation

Serenity... Succumb To Thorns'

As i watch the shadows rape the dawn,
White statues serenade with tears shed in desolation.
And as the crimson sun bleeds obsidian skies,
I see beyond my hosts a multitude of raven-angels.
The unveiling of the sombre, splendrous star,
Reveals austere beasts with lips that burn with lamentations.
Shall i evolve unto that starless, sapphire azure?
Wherein my essence is naught but a radiant flame in this naked splendor of thine!

Make me unto a black throne
That stands forever desolate, alone
Upon these cold and barren shores,
Of dreams and dulcet slumber.

Bleed me, as the nazarene slain,
And drown my spirit in ophidian emanations.
Embrace the nameless sun with fervour,
When agaliarept in exaltation.
Daughters of silent fortitude,
Awaken me beneathe the lithe crimson dawn.
The venomous surge from the phallus asmodean
To veil naamah's thorns.

For i shall be,
Forever in thine arms and seduced by dreams,
Forever will i bleed,
When serenity succumbs to thorns.

Lost am i in a night of endless time,
Forever searching for the 'gate of the sun' in her vast and ethereal asana,
Shall i rise on spectral winds forlorn?
To drink deep of lunar essence, spat from the cunt of the naked goddess!
In awe of the eloquent astral dawn,
Wherein naamah enthroned shall subvert the dead and faceless statues.
As succubi coming forth ever unto me,
To embrace my spirit with a veil of sex that scents of darkest winter!!

Burns me as would the majesty of pan,
As i rise to taste the godless.
Debase not i, but the mindlessness of man,
And their dreams of a dying rapture.

And we shall dream,
Of serenity,
I succumb to the thorns of iniquity....

Serenidade... Ceda aos Espinhos

Enquanto vejo as sombras estuprando a aurora,
Estátuas brancas serenam com lágrimas derramadas na desolação.
E enquanto o sol carmesim sangra céus obsidianos,
Vejo além dos meus anfitriões uma multidão de anjos corvos.
A revelação da estrela sombria e esplêndida,
Revela bestas austeras com lábios que ardem em lamentações.
Devo eu evoluir para aquele azul safira sem estrelas?
Onde minha essência não é nada além de uma chama radiante neste esplendor nu teu!

Transforme-me em um trono negro
Que permanece para sempre desolado, sozinho
Sobre estas costas frias e áridas,
De sonhos e sono doce.

Sangra-me, como o nazareno assassinado,
E afoga meu espírito em emanações ofídicas.
Abraça o sol sem nome com fervor,
Quando agaliarept em exaltação.
Filhas da fortaleza silenciosa,
Desperta-me sob a suave aurora carmesim.
A onda venenosa do falo asmodeano
Para velar os espinhos de naamah.

Pois eu serei,
Para sempre em teus braços e seduzido por sonhos,
Para sempre eu sangrarei,
Quando a serenidade ceder aos espinhos.

Perdido estou em uma noite de tempo sem fim,
Para sempre buscando o 'portão do sol' em sua vasta e etérea asana,
Devo eu me erguer em ventos espectrais desolados?
Para beber profundamente da essência lunar, cuspida da vagina da deusa nua!
Em admiração da eloquente aurora astral,
Onde naamah entronizada subverterá as estátuas mortas e sem rosto.
Como súcubos vindo sempre até mim,
Para abraçar meu espírito com um véu de sexo que cheira ao mais profundo inverno!!

Queima-me como faria a majestade de pan,
Enquanto me ergo para provar o sem-deus.
Não me rebaixe, mas a falta de sentido do homem,
E seus sonhos de um êxtase moribundo.

E nós sonharemos,
De serenidade,
Eu cederei aos espinhos da iniquidade....

Composição: