Morbid Indulgence
Mate with lifeless pulp
Disfigured mass
Carnal clots to gulp
While inside its ass
Cardiotenosis
Hands grappling its heart
Epidermidolysis
As i munch its lard
Lying limp and twisted
Diseased ripe with rot
The sight still makes me hungry
So i dig through the slop
Organs grey and bland
Corpse tattered and old
Mucus strings to my hand
From the organ i unfold
Bile fountain spirals through the air
Ill clotted blood exudes
Laced with worms leeches snails
I swallow the gleety gritty ooze
Lying limp and twisted
Diseased ripe with rot
The sight still makes me hungry
So i dig through the slop
This formless mangled cadaver
Unidentifyable bulk of mush
Morbid meal of indulgence
With joy i begin to blush
With content i wipe my lips
Delicious human treat
My footing constantly slips
From the mess under my feet
Indulgência Morbida
Transar com um corpo sem vida
Massa desfigurada
Coágulos carnais pra engolir
Enquanto dentro da bunda
Cardiotenose
Mãos agarrando seu coração
Epidermólise
Enquanto eu mastigo sua gordura
Deitado, mole e torcido
Doente, maduro com podridão
A visão ainda me deixa faminto
Então eu fuço na sujeira
Órgãos cinzentos e sem gosto
Cadáver esfarrapado e velho
Cordas de muco na minha mão
Do órgão que eu desdobro
Fonte de bile espirala pelo ar
Sangue mal coagulado exala
Misturado com vermes, sanguessugas, caracóis
Eu engulo a gosma pegajosa e arenosa
Deitado, mole e torcido
Doente, maduro com podridão
A visão ainda me deixa faminto
Então eu fuço na sujeira
Esse cadáver desfigurado e sem forma
Massa indetectável de mingau
Refeição mórbida de indulgência
Com alegria eu começo a corar
Com satisfação eu limpo meus lábios
Delícia humana
Meu pé escorrega constantemente
Na bagunça sob meus pés