Vecchie mura
Serenata senza voce,
serenata senza pace,
un pensiero ancor mi dice:
se vuoi essere felice
qui non devi ritornar.
Vecchie mura,
vecchie mura,
ricordate il primo palpito d'amor.
Dissi giura, disse giura,
ci legammo con un bacio, cuore a cuor.
Tutto e nulla,
nulla e tutto
sospirammo quella sera insieme qui.
Ritornammo, vecchie mura,
per un anno ci dicemmo sempre sì.
Perché
rondini passate,
non c'è primavera per me.
Dolor, questo mi lasciate,
speranza di vita non v'è.
Vecchie mura,
vecchie mura,
ricordate il primo palpito d'amor.
Dissi giura, disse giura,
quella voce non partiva dal suo cuor.
Perché
rondini passate,
non c'è primavera per me.
Dolor, questo mi lasciate,
speranza di vita non v'è.
Vecchie mura,
vecchie mura,
ricordate il primo palpito d'amor.
Dissi giura, disse giura,
quella voce non partiva dal suo cuor.
Vecchie mura
ricordate il primo amor!
Velhas Muralhas
Serenata sem voz,
serenata sem paz,
um pensamento ainda me diz:
se você quer ser feliz
não deve voltar aqui.
Velhas muralhas,
velhas muralhas,
lembram do primeiro batimento de amor.
Eu disse jura, ele disse jura,
nos ligamos com um beijo, coração a coração.
Tudo e nada,
nada e tudo
suspiramos naquela noite juntos aqui.
Voltamos, velhas muralhas,
por um ano sempre dissemos sim.
Por que
andorinhas que passaram,
não há primavera pra mim.
Dor, isso vocês me deixam,
esperança de vida não há.
Velhas muralhas,
velhas muralhas,
lembram do primeiro batimento de amor.
Eu disse jura, ele disse jura,
aquela voz não vinha do seu coração.
Por que
andorinhas que passaram,
não há primavera pra mim.
Dor, isso vocês me deixam,
esperança de vida não há.
Velhas muralhas,
velhas muralhas,
lembram do primeiro batimento de amor.
Eu disse jura, ele disse jura,
aquela voz não vinha do seu coração.
Velhas muralhas
lembram do primeiro amor!
Composição: Bassi / Filibello