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Marco de Ar

Acolla

Marco De Aire

Ya no veis la paz que tiene el mundo
no podéis al viento que os arruga
aceptáis sistemas muy distintos
sin creer en vuestro ser dogmático.
Escuchad el rock
mueve las cenizas de ayer
siempre sin dejar
sean mal abono de hoy.
Pájaros de paz
cómo vais volando sin más
sin saber andar
sois como cangrejos de mar.
Sin correr poco a poco habitáis
un lugar, marco de mentiras
allí sois un número anotado
que al sumar nos da la gran oscuridad.
Vuestra piel se muere lentamente
sin notar el gozo de la vida
pues creéis que atándola se abriga
sin pensar que el tiempo os olvidará.

Marco de Ar

Já não veem a paz que o mundo tem
não conseguem com o vento que os amassa
aceitam sistemas bem diferentes
sem acreditar no seu ser dogmático.
Escutem o rock
move as cinzas de ontem
sempre sem deixar
sejam um mal adubo de hoje.
Pássaros de paz
como vão voando sem mais
sem saber andar
são como caranguejos do mar.
Sem correr, pouco a pouco habitam
um lugar, marco de mentiras
ali são um número anotado
que ao somar nos dá a grande escuridão.
Sua pele morre lentamente
sem notar a alegria da vida
pois acreditam que amarrando se abriga
sem pensar que o tempo os esquecerá.

Composição: F.Amador / N.Cuerda