La Cupula
Y trato de imaginar ese ultimo crepúsculo lleno de odio
Enciende las últimas horas de lo que viví
Suspiras como alguien
que esta a punto de morir
Y ves como al final todo se vuelve contra ti
todo lo que te hizo morir!!!
Ser libre al fin un bando mafioso quiere
salir de esta wea
Perdón mama,
no vas a entender
No hay lagrimas que yo mismo
Pueda empezar a derramar.
Es IRA!
El tiempo se acabo,
Hice ya mi labor
Cuando no ves
Que el corazón para sus latidos
Estás herido.
El viento termina sus silbidos
Como un viejo enfermo
Sediento por un sexo eterno
Y el dolor empieza a crecer
Es cierto nada vale la pena
ni siquiera vosotros mismos
Tomar, Temer
pide una lismona si quieres hacer un bien
Le das, también
Agonia a ese cuerpo separado por
un mundo sin peores dolores que siente
Es IRA!
Es como una yaga...
Mirando hacia atrás
Cuando no ves
Que el corazón para sus latidos
Estás herido.
El viento termina sus silbidos
Como un reino sin credo
Sediento por un juicio expreso
Que Sufrió en soledad, una concha en el desierto que buscaba su verdad
En este cuerpo ya inerte
Que solo busca la paz
Dolores que superar
Enfermo has de estar
El tiempo se acabo,
Hice ya mi labor
Que el tiempo, me ha de cargar,
La cúpula termina acá
Dime donde está mi padre, existía su padre??
Dime por favor donde esta mi madre, existió tu madre??
Dime la verdad, cual es tu verdad??
Existe esta realidad???
A Cúpula
E tento imaginar esse último crepúsculo cheio de ódio
Acende as últimas horas do que vivi
Suspiras como alguém
que está prestes a morrer
E vê como no final tudo se volta contra ti
tudo que te fez morrer!!!
Ser livre, enfim, um bando mafioso quer
sair dessa merda
Desculpa, mãe,
mas você não vai entender
Não há lágrimas que eu mesmo
possa começar a derramar.
É IRA!
O tempo acabou,
Já fiz meu trabalho
Quando não vê
Que o coração para seus batimentos
estás ferido.
O vento termina seus assobios
Como um velho doente
sedento por um sexo eterno
E a dor começa a crescer
É verdade, nada vale a pena
nem mesmo vocês mesmos
Tomar, Temer
pede uma lismona se quiser fazer o bem
Você dá, também
agonia a esse corpo separado por
um mundo sem piores dores que sente
É IRA!
É como uma chaga...
Olhando para trás
Quando não vê
Que o coração para seus batimentos
estás ferido.
O vento termina seus assobios
Como um reino sem credo
sedento por um julgamento expresso
Que sofreu em solidão, uma concha no deserto que buscava sua verdade
Neste corpo já inerte
Que só busca a paz
Dores que superar
Doente você deve estar
O tempo acabou,
Já fiz meu trabalho
Que o tempo, me há de carregar,
a cúpula termina aqui
Diga onde está meu pai, existia seu pai??
Diga por favor onde está minha mãe, existiu sua mãe??
Diga a verdade, qual é sua verdade??
Existe esta realidade???