395px

Cadeias

Acru

CADENAS

Estoy pensando en duplicar mi oro negro
All black, normal, fumo lento
Letra, forma, fe en el verso
Y soy maniobra en movimiento
Two chains que caen on my neck, yeah
Oro en vida normal, lo gané, yeah
Quiero duplicar stats for my next year
Todo eso de coronar es un deleite

Fumo flores sobre el Rode en automático
Años de score ponen el nombre entre los mágico'
Bajo el rapeo a composé de los neumáticos
Y doping de ego, te hackeó el año sabático
Flotan esporas, orquestadas por el mal vivir
Y el uno y cero de mi espalda paga solo por mi peak
Llevo una vida complicada de gestar all in
Viendo la letra iluminar la entrada del imán del swing
Y aun así no pierdo el tiempo, cada línea escrita lento
Me hablan a mí por mi cuaderno: ¿Agustín te estás durmiendo?
¿Ya no hablás en mi dialecto?
¿Títulos que son selectos?
Plata, hoes, ¿ese es tu esfuerzo?
Por favor borrá ese texto
Números, títulos, en verdad eso es mínimo
Hicimos vividos renglones de ardor sin dígitos
Para mí el oro negro siempre fue escribir, decir, constancia, verbo
Sangrar coma por las forma' y barnizar obras en la alfombra de lo eterno
Un papel y un block, lenguaje de un shock
Alunizaje de otra vida o el mensaje de un Dios
Fue la imagen que hundió al espionaje de un yo
Hacía cárceles del lenguaje en homenaje de un guion
Yo tatúo mis verdades en papeles y ascensores terrenales hasta el día en que me velen
Los féretros de la frase son coroná' y laurele'
Que asisten a mi embalaje bajo un lápiz que se mueve
Que descanse en paz el as del jazz
De las letras me nacen cátedras
Crear enlace en la señal te hace pensar de más hasta gestarte masterclass
Llamear en las venas del arte te hace desvelarte en láminas
Y nace la verdad per cápita tras decapitarte al darte páginas
Me persigno solo sobre el groove y sigo por la luz en loop, kung-fu, gramática
Cae a solas el Sol del sur y el truco en bucle es túnel donde obtuve práctica
El puzzle que une mi razón al Shure me da fe que ayude en guerra kármica
Hasta que ángeles comunes curen, purguen el renglón de él Don me escupe butterfly

Estoy pensando en duplicar mi oro negro
All black, normal, fumo lento
Letra, forma, fe en el verso
Y soy maniobra en movimiento
Two chains que caen on my neck, yeah
Oro en vida normal, lo gané, yeah
Quiero duplicar stats for my next year
Todo eso de coronar es un deleite
Two chains que caen on my neck, yeah
Oro en vida normal, lo gané, yeah
Quiero duplicar stats for my next year
Todo eso de coronar es un deleite

Yo, Kilvertz

Cadeias

Estou pensando em duplicar meu ouro negro
Tudo preto, normal, fumo devagar
Letra, forma, fé no verso
E sou manobra em movimento
Duas correntes que caem no meu pescoço, é
Ouro na vida normal, eu ganhei, é
Quero duplicar as estatísticas pro meu próximo ano
Todo esse lance de coroar é um deleite

Fumo flores sobre o Rode no automático
Anos de pontuação colocam o nome entre os mágicos
Baixo o rap a compor com os pneus
E doping de ego, te hackeou o ano sabático
Flutuam esporas, orquestradas pelo mal viver
E o um e zero das minhas costas paga só pelo meu pico
Levo uma vida complicada de gestar tudo de uma vez
Vendo a letra iluminar a entrada do ímã do swing
E mesmo assim não perco tempo, cada linha escrita devagar
Me falam por meu caderno: "Agustín, você tá dormindo?"
"Já não fala no meu dialeto?"
"Títulos que são seletos?"
Grana, minas, esse é seu esforço?
Por favor, apaga esse texto
Números, títulos, na real isso é mínimo
Fizemos rascunhos ardentes sem dígitos
Pra mim, o ouro negro sempre foi escrever, dizer, constância, verbo
Sangrar vírgula pelas formas e envernizar obras no tapete do eterno
Um papel e um bloco, linguagem de um choque
Alunissagem de outra vida ou a mensagem de um Deus
Foi a imagem que afundou o espionagem de um eu
Fazia prisões da linguagem em homenagem a um roteiro
Eu tatúo minhas verdades em papéis e elevadores terrenos até o dia em que me velam
Os caixões da frase são coroar e louros
Que assistem meu embalamento sob um lápis que se move
Que descanse em paz o ás do jazz
Das letras me nascem cátedras
Criar conexão no sinal te faz pensar demais até se tornar uma masterclass
Chamar na veia da arte te faz desvelar em lâminas
E nasce a verdade per capita após decapitar-te ao te dar páginas
Me persigno só sobre o groove e sigo pela luz em loop, kung-fu, gramática
Cai sozinho o Sol do sul e o truque em loop é túnel onde obtive prática
O quebra-cabeça que une minha razão ao Shure me dá fé que ajude na guerra kármica
Até que anjos comuns curem, purguem o rascunho dele Don me cospe butterfly

Estou pensando em duplicar meu ouro negro
Tudo preto, normal, fumo devagar
Letra, forma, fé no verso
E sou manobra em movimento
Duas correntes que caem no meu pescoço, é
Ouro na vida normal, eu ganhei, é
Quero duplicar as estatísticas pro meu próximo ano
Todo esse lance de coroar é um deleite
Duas correntes que caem no meu pescoço, é
Ouro na vida normal, eu ganhei, é
Quero duplicar as estatísticas pro meu próximo ano
Todo esse lance de coroar é um deleite

Eu, Kilvertz

Composição: