395px

LUTHIER

Acru

LUTHIER

Respeto tanto el juego que no me enumero
Y voy disparando luz como fe en Tumberos
Puse tu ego en esta cruz y endulcé tu miedo
Si la lluvia besa el groove se desenfunda el fuego
No busques agradarle a tus ídolos
Que la sombra pesa igual hasta en los símbolos
Siempre digno, bro, sé tu mismo Dios
Ley de aikido universal el ser recíproco
Compongo encadenamientos silábicos
Sellando el astro rastro que cae de mi tacto mántrico
Vibrando el tráfico, práctico, un funk orgásmico
Que hace de mi voz látigo y fácil purgo al parásito
Mi guerra siempre espiritual y santa
Por más que se me pague con el don de la palabra
Inyecto shock y sangra el chakra
En estos bloques encontré aulas
Donde pájaros ocres dan desglose de sus jaulas
Podría haber sido figura pública
A la suerte de ser rehén y a merced de gente estúpida
Pasé por esa red y me ahorré la muerte súbita
Y lejos del te ven, sé que reencontré la música
Pasé de hacer pistas a ser jazzista
Del ya me las sé a tener que hacerme artista
Nacer de la chispa del caer como un pianista
Y emprender en el braille con el que engendré este freestyle
Hay caviar en la mesa y lenguaje exótico
Vuelve el rey gótico de orquestamiento hipnótico
Ojos de pánico en niños apocalípticos
Que hablan de Dios como padre de algo anecdótico
Besa mis labios, son grietas de jeroglíficos
Luces y puertas de braille en barrios inhóspitos
Silencio mántrico, un clásico en red de estrictos
Rehenes del telar mental que hacen brillar lo incógnito
Es extrasensorial lo que te dicto
Los ojos del búho juran ver sangrar al árbol
Y yo escribo en mi patio, sabiendo que me extingo
Y que el precio del decir es el paso a hackear el mundo

En estas hojas yo bendecí
Puse a mi sombra a creer en mí
Pedí señales de realidad
Por cada línea que llegue

De cada escaneo hackeo un renglón
Bendición, bitch, cada fraseo un joseo con Dios
Si Dócil droga mental exigiendo doping, low-key
Hoy quiebro a la muerte por overdosis
Tomo tragos de gin y vuelvo al papel
Once again, la cima en tu obra es sombra del Pulitzer
Luthier de esgrima en la hoja que forja cúspides
Pussy ass, en semicorcheas gotea esta shuriken
Toco almas si masacro el habla
O prendo alarmas de inseguridad por precio a escucharlas
Abro jaulas, beso llagas y salen alas a las ratas
Así transformo barra' en vida y oídos a palomas blancas
Here we go si to-todo es cíclico
Mago índigo de esclavos no algorítmicos
Pensando en crítico y claro, el telar onírico
Hacer del lápiz en mis manos un legado bíblico
De mis huellas dactilares, laberintos, raves
Dones por presión en post de estos patrones familiares
Condename, yo sangré medallas donde no hubo nadie
Por ser alguien, y elegí ser hombre por fuera del rap game
Y estoy claro con Dios, como conmigo
Somos testigos, vimos el globo por los motivos, sí
Que digan de todo, que yo no olvido
Oro vivo, mudé a mi familia por lo que escribo, que

En estas hojas yo bendecí
Puse a mi sombra a creer en mí
Pedí señales de realidad
Por cada línea que llegue
En estas hojas yo bendecí
Puse a la gloria a creer en mí
Siendo una historia de realidad
Por cada línea que viene

LUTHIER

Respeito tanto o jogo que não me enumero
E vou disparando luz como fé em Tumberos
Coloquei seu ego nesta cruz e adocei seu medo
Se a chuva beija o groove, o fogo se desenfunda
Não busque agradar seus ídolos
Que a sombra pesa igual até nos símbolos
Sempre digno, mano, seja você mesmo Deus
Lei de aikido universal, o ser recíproco
Compus encadeamentos silábicos
Selando o astro rastro que cai do meu toque mântrico
Vibrando o tráfego, prático, um funk orgásmico
Que faz da minha voz um chicote e purgo fácil o parasita
Minha guerra sempre espiritual e santa
Por mais que me paguem com o dom da palavra
Injeto choque e sangra o chakra
Nesses blocos encontrei salas
Onde pássaros ocres fazem desglose de suas jaulas
Poderia ter sido figura pública
À sorte de ser refém e à mercê de gente estúpida
Passei por essa rede e me poupei da morte súbita
E longe do 'te veem', sei que reencontramos a música
Passei de fazer beats a ser jazzista
Do 'já sei' a ter que me tornar artista
Nascer da faísca da queda como um pianista
E empreender no braille com o qual gerei este freestyle
Tem caviar na mesa e linguagem exótica
Volta o rei gótico de orquestra hipnótica
Olhos de pânico em crianças apocalípticas
Que falam de Deus como pai de algo anedótico
Beija meus lábios, são fissuras de hieróglifos
Luzes e portas de braille em bairros inóspitos
Silêncio mântrico, um clássico em rede de rígidos
Reféns do tear mental que fazem brilhar o incógnito
É extrasensorial o que te dicto
Os olhos da coruja juram ver o tronco sangrar
E eu escrevo no meu quintal, sabendo que me extingo
E que o preço de dizer é o passo para hackear o mundo

Nessas folhas eu bendisse
Coloquei minha sombra a acreditar em mim
Pedi sinais de realidade
Por cada linha que chegar

De cada escaneamento hackeio um renglão
Bênção, bitch, cada frase é um trampo com Deus
Se dócil droga mental exigindo doping, low-key
Hoje quebro a morte por overdose
Bebo gin e volto ao papel
Mais uma vez, o topo da sua obra é sombra do Pulitzer
Luthier de esgrima na folha que forja cúpulas
Pussy ass, em semicorcheias goteja essa shuriken
Toco almas se massacro a fala
Ou aciono alarmas de insegurança por preço a ouvi-las
Abro jaulas, beijo feridas e saem asas para as ratas
Assim transformo barras em vida e ouvidos em pombas brancas
Aqui vamos nós se tudo é cíclico
Mago índigo de escravos não algorítmicos
Pensando em crítico e claro, o tear onírico
Fazer do lápis em minhas mãos um legado bíblico
Das minhas impressões digitais, labirintos, raves
Dons por pressão em busca desses padrões familiares
Condena-me, eu sangrei medalhas onde não houve ninguém
Por ser alguém, e escolhi ser homem fora do rap game
E estou claro com Deus, como comigo
Somos testemunhas, vimos o globo pelos motivos, sim
Que digam de tudo, que eu não esqueço
Ouro vivo, mudei minha família pelo que escrevo, que

Nessas folhas eu bendisse
Coloquei minha sombra a acreditar em mim
Pedi sinais de realidade
Por cada linha que chegar
Nessas folhas eu bendisse
Coloquei a glória a acreditar em mim
Sendo uma história de realidade
Por cada linha que vem