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Estado Resignado

Actitud Maria Marta

Estado Resignado

Me pesa toda la sangre
que aqui fue derramada
pero a vos no te pesa
absolutamente nada
tus ojos estan secos
ESTADO RESIGNADO
ya ni te molesta ver la miseria a tu lado
vivo con mi odio
odio que agradesco
pudrite
ante este impacto
con este sueño indigesto
y a saltar
y a saltar
tu olor a militar
y a saltar
y a saltar
que soy un vegetal
escupo y vomito sobre tu cara resignada
prudrime ante este olvido
porque yo no olvido nada
ven a mi sindrome excremento
quiero vomitarte aunque me quede sin aliento
y estoy caliente
y estoy marcada
te digo lo que te digo
con mi sangre cuagulada
llevo un peso que no podes comprender
presiona dia y noche
torturandome la sien
ahogada la sombra de un muerto
que me grita
y esta mudo
ahogada la sombra de un muerto
que se incrusta en mi piel
Me pesa toda la sangre
que aqui fue derramada
pero a vos no te pesa
absolutamente nada
tus ojos estan secos
ESTADO RESIGNADO
ya ni te molesta ver la miseria a tu lado
vivo con mi odio
odio que agradesco
pudrirme
ante este impacto
con este sueño indigesto
y a saltar
y a saltar
tu mente militar
y a saltar
y a saltar que soy un vegetal
escupo y vomito sobre tu cara resignada
prudrime ante este olvido
porque yo no olvido nada
ven a mi sindrome excremento
quiero vomitarte aunque me quede sin aliento
y estoy caliente
y estoy marcada
te digo lo que te digo
y estoy caliente
y estoy marcada
te digo lo que te digo
aunque me quede sin aliento
llevo un peso que no podes comprender
presiona dia y noche
torturandome la sien
ahogada la sombra de un muerto
que me grita
y esta mudo
ahogada la sombra de un muerto
que se incrusta en mi piel
escupo y vomito sobre tu cara resignada
prudrime ante este olvido
porque yo no olvido nada
ven a mi sindrome excremento
quiero vomitarte aunque me quede sin aliento
y estoy caliente
y estoy marcada
te digo lo que te digo
con mi sangre cuagulada
y estoy caliente
y estoy marcada
te digo lo que te digo
aunque me quede sin aliento
llevo un peso que no podes comprender
presiona dia y noche
torturandome la sien
ahogada la sombra de un muerto
que me grita
y esta mudo
ahogada la sombra de un muerto
que se incrusta en mi piel
ahogada la sombra de un muerto
que me grita
y esta mudo
ahogada la sombra de un muerto
que se incrusta en mi piel

Estado Resignado

Me pesa toda a sangue
que aqui foi derramada
mas pra você não pesa
absolutamente nada
tus olhos estão secos
ESTADO RESIGNADO
já nem te incomoda ver a miséria ao seu lado
vivo com meu ódio
ódio que agradeço
se foda
ante este impacto
com este sonho indigesto
e a pular
e a pular
teu cheiro de militar
e a pular
e a pular
que sou um vegetal
escupo e vomito na tua cara resignada
se foda diante deste esquecimento
porque eu não esqueço nada
vem ao meu síndrome excremento
quero vomitar você mesmo que me falte o ar
e estou quente
e estou marcada
te digo o que te digo
com meu sangue coagulado
carrego um peso que você não pode entender
pressiona dia e noite
torturando minha têmpora
afogada a sombra de um morto
que me grita
e está mudo
afogada a sombra de um morto
que se incrusta na minha pele
Me pesa toda a sangue
que aqui foi derramada
mas pra você não pesa
absolutamente nada
tus olhos estão secos
ESTADO RESIGNADO
já nem te incomoda ver a miséria ao seu lado
vivo com meu ódio
ódio que agradeço
se foder
ante este impacto
com este sonho indigesto
e a pular
e a pular
teu cérebro militar
e a pular
e a pular que sou um vegetal
escupo e vomito na tua cara resignada
se foda diante deste esquecimento
porque eu não esqueço nada
vem ao meu síndrome excremento
quero vomitar você mesmo que me falte o ar
e estou quente
e estou marcada
te digo o que te digo
e estou quente
e estou marcada
te digo o que te digo
mesmo que me falte o ar
carrego um peso que você não pode entender
pressiona dia e noite
torturando minha têmpora
afogada a sombra de um morto
que me grita
e está mudo
afogada a sombra de um morto
que se incrusta na minha pele
escupo e vomito na tua cara resignada
se foda diante deste esquecimento
porque eu não esqueço nada
vem ao meu síndrome excremento
quero vomitar você mesmo que me falte o ar
e estou quente
e estou marcada
te digo o que te digo
com meu sangue coagulado
e estou quente
e estou marcada
te digo o que te digo
mesmo que me falte o ar
carrego um peso que você não pode entender
pressiona dia e noite
torturando minha têmpora
afogada a sombra de um morto
que me grita
e está mudo
afogada a sombra de um morto
que se incrusta na minha pele
afogada a sombra de um morto
que me grita
e está mudo
afogada a sombra de um morto
que se incrusta na minha pele

Composição: Tiago Coelho