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Odeio Esses Humanos Filhos da Puta

Adorior

Hater Of Fucking Humans

Barren pride strikes lightening before my eyes.
AWAKEN!
Talons slice new born right between the thighs.
Dreams so vivid all else was forsaken.

Secrets birthed of magma
Venomous oath unfolds
Keys to my fucking kingdom, appear blood crusted gold.

Take the blade from where I set it aside.
Upon the steps of damnation, where no mercy resides
Chaotic forms provoke, swallowed by unhallowed fire.
See through the eyes of the beast, death that I desire.

Turn my face to the other side.
Face the blade that takes my life.
Suffered fools and broke their pride.

Did you taste the poison as my forked tongue move is
Magick as I lied.
As it dripped saliva sweet liek nectar, insects crawl
into your eyes.
Waiting, fascinated by the drawing parasites, watch them
bloat still captivated, for the blood they steal is mine!
I like to make things suffer, because it makes me feel alive.
I don't give a fuck what torment waits is in my stride.

Fuck this life your living. You cannot conquer me!
Because the blood in my heart and the blood in my veins
pumps fierce and fucking free.

Do we all dread reprisal?
With murderers do we lay?
That I have done I slayed your son and caste his skull away.

Drain the chalice from my altar.
Poisoned blood of prophecy.
Gut myself for the right to return.
Through oblivions lidless sleep.

I'll face my final calling, with a pentagram of swords.

HAIL LUCIFER!

Odeio Esses Humanos Filhos da Puta

Orgulho estéril atinge como um raio diante dos meus olhos.
ACORDA!
Garras cortam o recém-nascido bem entre as coxas.
Sonhos tão vívidos que todo o resto foi esquecido.

Segredos nascidos do magma
Juramento venenoso se desenrola
Chaves do meu reino fodido, aparecem em ouro coberto de sangue.

Tire a lâmina de onde a deixei de lado.
Sobre os degraus da condenação, onde não há misericórdia
Formas caóticas provocam, engolidas pelo fogo profano.
Veja através dos olhos da besta, a morte que eu desejo.

Vire meu rosto para o outro lado.
Encare a lâmina que tira minha vida.
Sofri com tolos e quebrei seu orgulho.

Você sentiu o veneno enquanto minha língua bifurcada se move
Mágica enquanto eu mentia.
Enquanto escorria saliva doce como néctar, insetos rastejam
para dentro dos seus olhos.
Esperando, fascinados pelos parasitas que desenham, veja-os
inchar ainda cativados, pois o sangue que eles roubam é meu!
Eu gosto de fazer as coisas sofrerem, porque isso me faz sentir vivo.
Eu não dou a mínima para o tormento que me espera em meu caminho.

Foda-se essa vida que você está vivendo. Você não pode me conquistar!
Porque o sangue no meu coração e o sangue nas minhas veias
bombeiam feroz e fodidamente livre.

Todos nós tememos a retaliação?
Com assassinos, deitamos?
Que eu tenha feito, eu matei seu filho e joguei seu crânio fora.

Drene o cálice do meu altar.
Sangue envenenado da profecia.
Me esvazie para o direito de retornar.
Através do sono sem pálpebras do esquecimento.

Enfrentarei meu chamado final, com um pentagrama de espadas.

SALVE LÚCIFER!