Beyond The Distant Blue
Fall moon, your cries are lost.
Savage be the land.
Where jewels of midnight, hide.
Beyond the distant blue.
Un-wrought silver gleams, red stained the embers ornaments.
Dark gifts, for that prisoner of sorrow, adorn the chambers, of his castle of PAIN !
There he dwells, master, of the flesh throne, carved by the cunning, of ancient hands.
Hollow curses, from some disciples burst, as desire is inflicted.
Cruel and carnal !
Jagged lust, thrust upon the back of beasts.
Ivory incisors, drag mouths to flesh in basic thirst, and the drums roll
As his eyes grow weak for some new suffering.
Still slit with the venom of the wet wall.
And the creature who wore thorns in her hair.
A man with all that can be crushed, while wine and morality coils in the cup.
When heather and hazel, burnt in the forests of his night
and her lips bled a deeper treachery, than a berry death.
Now she crawls and claws and run with the animal of the Storm,
and he in his tyranny is alone.
Rich decorum, cound never revive.
The touch that made his body glass.
Now as the earth creeps.
And grows.
And sleeps.
She weeps.
With banishment as her all.
Here.
All we observe and all we endure,
Is pure !
Além do Azul Distante
Lua cheia, seus gritos se perderam.
Selvagem é a terra.
Onde joias da meia-noite se escondem.
Além do azul distante.
Prata não trabalhada brilha, manchada de vermelho, os ornamentos das brasas.
Presentes sombrios, para aquele prisioneiro da dor, adornam os cômodos, de seu castelo de DOR!
Lá ele habita, mestre do trono de carne, esculpido pela astúcia, de mãos antigas.
Maldições ocos, de alguns discípulos explodem, enquanto o desejo é infligido.
Cruel e carnal!
Desejo afiado, cravado nas costas das bestas.
Incisivos de marfim, arrastam bocas para a carne na sede básica, e os tambores ressoam
Enquanto seus olhos se tornam fracos por algum novo sofrimento.
Ainda cortado com o veneno da parede úmida.
E a criatura que usava espinhos no cabelo.
Um homem com tudo que pode ser esmagado, enquanto vinho e moralidade se enroscam na taça.
Quando urze e avelã, queimaram nas florestas de sua noite
E seus lábios sangraram uma traição mais profunda, do que a morte de uma baga.
Agora ela rasteja e arranha e corre com o animal da Tempestade,
e ele em sua tirania está sozinho.
Rico decoro, nunca poderia reviver.
O toque que fez seu corpo de vidro.
Agora enquanto a terra rasteja.
E cresce.
E dorme.
Ela chora.
Com o banimento como seu tudo.
Aqui.
Tudo que observamos e tudo que suportamos,
É puro!
Composição: Chris Hastings / Melissa Hastings