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O Julgamento

Adorior

The Judgement

Where are thou ?
Mine sight, mine flight.
Thine keeper, sought might.
Lord sentence, foreign command.
Then quake mask of earth.
Abominable, mistake.
Rise sword and mlaster, I incline for thy sake.
Serenade for thy calling.
Rage war, yonder, west.
North hurts, fallen, wanderer.
Gentle king, reigns, never- more.
While mine cries call-thee.
Saviour, Creator, Judgmentor.
Eld forest, cower.
Malevolent warrior, press hard, against my lips.
Entwined, mingled darkness weaves beside thy hand.
Vast, like desire, enshrined.
An ordinary man.
Robes fall, as cinders.
Call either side.
Fern lake, barrier homage.
Demand all fear.
Bite appropriately.
You leave to maryen regret.
And sentence me to know thee as a ghost.
Rear the ocean breath.
Draggeth he.
The host of wars.
Readily, I sensed thy wept,
Home again.
Trapped.
For you turn worlds.
You turn worlds.
Turn worlds.....................

O Julgamento

Onde você está?
Minha visão, meu voo.
Teu guardião, buscou poder.
Sentença do Senhor, comando estrangeiro.
Então treme a máscara da terra.
Abominável, erro.
Levante a espada e o mestre, eu me inclino por tua causa.
Serenata para teu chamado.
Fúria de guerra, lá, a oeste.
O norte dói, caído, errante.
Rei gentil, reina, nunca mais.
Enquanto meus gritos te chamam.
Salvador, Criador, Juiz.
Antiga floresta, encolhe-se.
Guerreiro maligno, pressione forte, contra meus lábios.
Entrelaçados, a escuridão se mistura ao teu lado.
Vasto, como o desejo, consagrado.
Um homem comum.
As vestes caem, como cinzas.
Chame de um lado ou de outro.
Lago de samambaias, barreira de homenagem.
Exija que todos temam.
Morda de forma apropriada.
Você deixa um arrependimento marinho.
E me condena a te conhecer como um fantasma.
Levante a respiração do oceano.
Arrasta ele.
A hoste das guerras.
Prontamente, eu senti teu choro,
Casa de novo.
Prisioneiro.
Pois você vira mundos.
Você vira mundos.
Vira mundos.....................

Composição: Chris Hastings / Melissa Hastings