Dum, dum, dum, dum, dum, dum
Dum, dum, dum, dum, dum, dum
Um dia acordei e me vi
Num lugar que não conheço
Como vim parar aqui?
Neste mundo virado do avesso
Dum, dum, dum, dum, dum, dum
Mundo estranho, subvertido
Sombrio, frio e devastado
De princípios que não acredito
O que é certo ou errado?
Submundo tão insensato
Dum, dum, dum, dum, dum, dum
Então, me vi refletido no espelho
Minha essência ele me mostrou
Valores talhados no peito
Definem bem quem eu sou
Oh, oh, oh, oh, oh, oh
Oh, oh, oh, oh, oh, oh
Travei lutas, batalhas, duelos
Mas nunca estive sozinho
Nos momentos mais difíceis
Acolhida encontrei no caminho
Minha esperança então se refez
Permitindo buscar meu destino
Neste mundo que não reconheço
Submundo de desatinos
Dum, dum, dum, dum, dum, dum
O que prezo ou desprezo
O que é bom ou ruim
Na longa jornada confesso
Não é tão simples assim
Respeito, altruísmo, justiça
Como essência do ser humano
Se tornaram palavras vazias
Submundo tão desumano
Oh, oh, oh, oh, oh, oh
Oh, oh, oh, oh, oh, oh
Ao final da minha jornada
Após tantas batalhas travadas
Rogo a ti espelho meu
Ao rever minha imagem espelhada
Me diga com toda franqueza
Se aquele, ainda sou eu
Ainda sou eu, ainda sou eu
Oh, oh, oh, oh, oh, oh
Oh, oh, oh, oh, oh, oh
Sou eu