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Edelmann & Edelfrau

Aeternitas

Edelmann & Edelfrau

Armis consortes in vita terrui fortes;
Nunc mortis terror me terret, ultimus error.
[Komet her, ir edler man,
ir müst der sterke pflegen an
Mit dem tod, der niemands schont
Ligt ir im ob, euch wirt gelont.]
Ich han manchen man erschreckt,
Der wol mit harnisch was bedeckt.
Nun erschreckt mich hie der tod
Und bringt mich in die jungste not.

Plaudere deberem, si ludicra vitae viderem,
Fistula me fallit mortis, quae dissona psallit.
[Edelfrau, tanzt nach euerm sinn,
Bis die pfeif rechten ton gewinn.
Sie hat der frauen vor vil betrogen,
Die all der tod hat hingezogen.]
Ich solt treiben juchzens vil,
Sech ich vor mir der freuden spiel.
Des todes pfeife mich betrügt,
Dis tanzgesang hie fälschlich lügt.

Edelmann & Edelfrau

Armas e companheiros, na vida eu temi os fortes;
Agora o terror da morte me assusta, o último erro.
[Chega aqui, nobre homem,
você deve cuidar da força
Com a morte, que não poupa ninguém
Fica no alto, a vocês será recompensado.]
Eu assustei muitos homens,
Que estavam bem cobertos de armadura.
Agora aqui me assusta a morte
E me traz à mais jovem necessidade.

Deveria conversar, se visse as alegrias da vida,
A flauta me engana com a morte, que toca dissonante.
[Edelfrau, dance conforme sua vontade,
Até que o apito ganhe o tom certo.
Ela enganou muitas mulheres,
Que a morte levou todas.]
Eu deveria me alegrar muito,
Vendo diante de mim o jogo das alegrias.
A flauta da morte me engana,
Esse canto de dança aqui mente falsamente.

Composição: