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Onipotente

Afonso Kikozo

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo
A sobra do Onipotente alcançará
E eu direi do Senhor
Tu és o meu Deus
Tu és meu refúgio
Minha fortaleza em ti eu confiarei
Tu me cobrirás e me livrarás
Mil cairarão ao meu lado
Dez mil a minha direita
Mas eu não serei atingido

Porque o Senhor Tu és meu refúgio
Ó Altíssimo Tu és a minha habitação
Nem o mal me sucederá
Nem a praga alguma
Chegará a minha casa
Aos teus anjos darás ordens
A meu respeito
Para guardarem-me
Em todos meus caminhos

Tu me cobrirás e me livrarás
Mil cairarão ao meu lado
Dez mil a minha direita
Mas eu não serei atingido

Porque o Senhor Tu és meu refúgio
Ó Altíssimo Tu és a minha habitação
Nem o mal me sucederá
Nem a praga alguma
Chegará a minha casa
Aos teus anjos darás ordens
A meu respeito
Para guardarem-me
Em todos meus caminhos

Eu te invocarei
Tu me responderás
E eu Te glorificarei

Eu te invocarei
Tu me responderás
E eu Te glorificarei

Eu te invocarei
Tu me responderás
E eu Te glorificarei

Eu te invocarei
Tu me responderás
E eu Te glorificarei

Porque o Senhor Tu és meu refúgio
Ó Altíssimo Tu és a minha habitação
Nem o mal me sucederá
Nem a praga alguma
Chegará a minha casa
Aos teus anjos darás ordens
A meu respeito
Para guardarem-me
Em todos meus caminhos

Composição: Afonso Kikozo