DIG MY OWN GRAVE
Harbor a mind sleeping in raw potential
Escape the hive subdued and existential
Avert your eyes
Cause in the end we’ll all be fodder for the vultures
It’s not a game to me
I need no pity from the men who love their suffering
Too consumed to find purpose
Droning on just to sleep beneath the surface
Close your weary eyes
Echoes in the night
Empty out your mind
The darkness vies let the doom in
This emptiness
Is a weakness
We’re too afraid to find ourselves within
The darkness
Fighting through decay
As time deceives me
The world won’t choose the way
I die
I’ll dig my own grave
Fading
Faster
We’re waiting
For rapture
Heartless faceless
We’re defiantly aimless
Forced to kill what we can’t supress
Bred to stigmatize
Never question why
Born to die inside
Divide intrigues our animosity
This emptiness
Is a weakness
We’re too afraid to find ourselves within
The darkness
Fighting through decay
As time deceives me
The world won’t choose the way
I die
I’ll dig my own grave
Driving through the noise
My focus is my choice
Adversity won’t play
A role in the end of me
The abolition of our self
Our lives in perfect lines
In repetitions
Nothing to give again
Erupt and shed the skin
We’re a product of our vanity
Bend the knee
Surrender
Lay to waste your aspiration
CAVE MINHA PRÓPRIA COVA
Abrigo uma mente adormecida em potencial bruto
Escapo da colmeia subjugado e existencial
Desvie o olhar
Porque no final todos seremos alimento para os abutres
Não é um jogo para mim
Não preciso de pena dos homens que amam seu sofrimento
Muito consumidos para encontrar propósito
Zumbindo apenas para dormir sob a superfície
Feche seus olhos cansados
Ecos na noite
Esvazie sua mente
A escuridão luta, deixe a ruína entrar
Essa sensação de vazio
É uma fraqueza
Temos medo demais de nos encontrar dentro dela
A escuridão
Lutando contra a decadência
Enquanto o tempo me engana
O mundo não escolherá o caminho
Eu morro
Cavarei minha própria cova
Desvanecendo
Mais rápido
Estamos esperando
Pelo arrebatamento
Sem coração, sem rosto
Estamos desafiadoramente sem rumo
Forçados a matar o que não podemos suprimir
Criados para estigmatizar
Nunca questionar por quê
Nascidos para morrer por dentro
A divisão intriga nossa animosidade
Essa sensação de vazio
É uma fraqueza
Temos medo demais de nos encontrar dentro dela
A escuridão
Lutando contra a decadência
Enquanto o tempo me engana
O mundo não escolherá o caminho
Eu morro
Cavarei minha própria cova
Dirigindo através do barulho
Minha concentração é minha escolha
A adversidade não terá
Um papel no meu fim
A abolição de nós mesmos
Nossas vidas em linhas perfeitas
Em repetições
Nada para dar novamente
Eruptir e deixar a pele cair
Somos um produto de nossa vaidade
Ajoelhe-se
Renda-se
Desperdice suas aspirações