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Sem Forma

Aghora

Formless

Broken bonds of self construction
Poise of mind's final abstraction
Leaves behind our consciousness

It's path we follow
To dispel our actions
We unveil the shadows
To release desire

Healing wounds of mental matter
We connect the fabriqued patterns
Merged beneath the flesh that's thread

It's a vital function
To induce the mind-fold
We indulge in suffer
Capturing the downfall

Tearing truth
Breaking through
Uncovering mystery
Sowings reaped
Delusive dreams
Emerging seeds
Our hollow deeds

Feeling skin
Releasing pain
We escape to innocence
Slow decay
Invoked remains
Patterned flesh in pyres lay

Cease
Uncover
Bleed
Discover

Emptiness enters through space
Piercing the essence of carnal nature
Lateral visions of dreams moving farther
Boundless endeavor awakens
Dwell in the mire of death
Demise and ignorance
Leaving the fragments of dharmas
We fade through dissonance
Setting free through purity
Relieving suffering
Diffuse in depth of blissfulness

To continue forward
Feed the blind the fruits that we recover
Reached unfolded path
Time can only tell the path we follow

In my eyes I see my life go by

Search within thyself to discover truth
Beauty is within thee
The world's impermanent
A mirage we'll see only if we escape the dream
Gaze far beyond the bend
That blinds and chains the sense captured in reality

Sem Forma

Laços quebrados de auto construção
Equilíbrio da abstração final da mente
Deixando para trás nossa consciência

É o caminho que seguimos
Para dissipar nossas ações
Desvelamos as sombras
Para liberar o desejo

Cicatrizando feridas da matéria mental
Conectamos os padrões fabricados
Fundidos sob a carne que é fio

É uma função vital
Induzir a dobra da mente
Nos entregamos ao sofrimento
Capturando a queda

Rasgando a verdade
Romper barreiras
Desvendando mistérios
Colheitas semeadas
Sonhos ilusórios
Sementes emergentes
Nossas ações vazias

Sentindo a pele
Liberando a dor
Escapamos para a inocência
Decomposição lenta
Restos invocados
Carne padronizada em piras repousa

Cessar
Descobrir
Sangrar
Revelar

O vazio entra pelo espaço
Perfurando a essência da natureza carnal
Visões laterais de sonhos se afastando
Esforço sem limites desperta
Habitar na lama da morte
Morte e ignorância
Deixando os fragmentos dos dharmas
Desvanecemos pela dissonância
Libertando-se pela pureza
Aliviando o sofrimento
Difundindo na profundidade da felicidade

Para continuar em frente
Alimentar os cegos com os frutos que recuperamos
Caminho desdobrado alcançado
Só o tempo dirá o caminho que seguimos

Nos meus olhos vejo minha vida passar

Busque dentro de si para descobrir a verdade
A beleza está dentro de ti
O mundo é impermanente
Um miragem que veremos só se escaparmos do sonho
Olhe além da curva
Que cega e acorrenta os sentidos capturados na realidade

Composição: Santiago Dobles