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Imortal

Agmen

Nesmrtelný

Jsem nesmrtelným žijícím bohem.
Já jsem pravdou, žijící vírou, utrpením.
Z ptaèích výšin sleduji smrt
po dobu vìkù dodávám utrpení.

Chladný d隝 proniká hluboko do nitra,
utrpení a bolest prochází duší.
Dotýkám se ohnì, sleduji smrt,
krutou a chladnou kroužící kolem.
Náhlé ticho protlo tlukot srdcí nevinných,
havraní temnotou proniká záø
od svatého ohnì dobyvatelù.

Oživlá smrt vybýrá svou daò
temnou a krutou, životy nevinných

Jsem nesmrtelným žijícím bohem.
Jsem pravdou, utrpením,
z ptaèích výšin sleduji smrt,
po dobu vìkù dávám utrpení.

Z ptaèích výsin po dobu vìkù
sleduji pøíchod smrti, dávám utrpení.

Imortal

Sou um deus imortal que vive.
Eu sou a verdade, a fé que vive, o sofrimento.
Das alturas dos pássaros, observo a morte
por eras, trago o sofrimento.

A chuva fria penetra fundo na alma,
o sofrimento e a dor atravessam a essência.
Toquei o fogo, vejo a morte,
cruel e fria, girando ao redor.
Um silêncio repentino corta o bater dos corações inocentes,
a escuridão dos corvos atravessa a luz
desde o fogo sagrado dos conquistadores.

A morte ressuscitada cobra seu tributo
sombria e cruel, vidas inocentes.

Sou um deus imortal que vive.
Sou a verdade, o sofrimento,
das alturas dos pássaros, observo a morte,
pelas eras, trago o sofrimento.

Das alturas dos pássaros, por eras
observo a chegada da morte, trago sofrimento.

Composição: