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Canto do Corvo

Agmen

Písnì Krkavcù

Ztichlou krajinou nese se náøek,
záchvìvy zemì pod chladným oparem.

Za zpìvu krkavcù ožívá øíše,
vláda temnot pod vìèným ledem.
Temné vize - pøichází zlo,
v podobì víry v dobrého boha.

Vidím vesnici mizící v plamenech,
trpící lidi na hoøících hranicích.
Vidím mìsto - znièené trosky.
Kamenné tváøe mužù víry.

Jezdci víry pøináší zlo
na tìžkých meèích utrpení,
prosím bohy bouøí a válek
zbavte mì utrpení.

Ztichlou krajinou doznìl náøek,
naslouhám v dáli písním havranù.

Canto do Corvo

Um lamento ecoa pela terra silenciosa,
terras tremem sob o frio véu.

Ao som dos corvos, o reino ganha vida,
a dominação das sombras sob o gelo eterno.
Visões sombrias - o mal se aproxima,
em forma de fé em um deus bondoso.

Vejo a aldeia desaparecendo em chamas,
pessoas sofrendo nas fogueiras ardentes.
Vejo a cidade - ruínas devastadas.
Rostos de pedra dos homens de fé.

Cavaleiros da fé trazem o mal
em pesados espadas de sofrimento,
imploro aos deuses da tempestade e da guerra
para me livrarem do sofrimento.

Pela terra silenciosa, o lamento se esvai,
escuto ao longe as canções dos corvos.

Composição: