Zatracení
Rozmlouvám s démony
uvnitø své duše
o zlu a zatracení,
které tkví ve mì,
za bezesných nocí
plných strachu
slyším v dáli znít chóry písní
Má duše - èerná a krvavá,
spálená na prach plná stínù.
Dávné písnì zatracených
konèící v plamenech pekelných.
Temnota pøichází s temným deštìm,
kámen provinìní leží na mé duši,
temné a prázdné - zatracené.
Chlad z mých oèí nahání strach.
Chlad v tìle v oèích i v duši,
èerný déš dopadá na zem,
chladná noc konèící smrtí,
bezesným spánkem a zatracením.
Condenação
Converso com demônios
dentro da minha alma
sobre o mal e a condenação,
que reside em mim,
por noites sem sono
cheias de medo
ouço ao longe soar coros de canções
Minha alma - negra e sangrenta,
queimada em cinzas cheia de sombras.
Antigas canções dos condenados
terminando em chamas infernais.
A escuridão vem com a chuva sombria,
uma pedra de culpa pesa na minha alma,
escuras e vazias - condenadas.
O frio dos meus olhos provoca medo.
Frio no corpo, nos olhos e na alma,
chuva negra cai sobre a terra,
oite fria terminando em morte,
sono sem fim e condenação.