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Sem Palavras

Agostinho dos Santos

Sin Palabras

Nació de ti…
Buscando una canción que nos uniera,
Y hoy sé que es cruel brutal -quizá-
El castigo que te doy.
Sin palabras
Esta música va a herirte,
Dondequiera que la escuche tu traición…
La noche más absurda, el día más triste.
Cuando estés riendo, o cuando llore tu
ilusión.
Perdóname si es dios,
Quien quiso castigarte al fin…
Si hay llantos que pueden perseguir así,
Si estas notas que nacieron por tu amor,
Al final son un cilicio que abre heridas de
una historia…
Son suplicios, son memorias…
Fantoche herido, mi dolor,
se alzará, cada vez
que oigas esta canción

Sem Palavras

Nasceu de você…
Procurando uma canção que nos unisse,
E hoje sei que é cruel, brutal -talvez-
O castigo que te dou.
Sem palavras
Essa música vai te ferir,
Onde quer que ouça sua traição…
A noite mais absurda, o dia mais triste.
Quando você estiver rindo, ou quando chorar sua
ilusão.
Desculpe se é Deus,
Quem quis te castigar no fim…
Se há choros que podem perseguir assim,
Se essas notas que nasceram por seu amor,
No final são um cilício que abre feridas de
uma história…
São suplícios, são memórias…
Fantoche ferido, minha dor,
se levantará, toda vez
que ouvir essa canção.

Composição: Enrique Santos Discépolo / Mariano Mores