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Colheita do Descontentamento

Agrimonia

Harvest The Discontent

Forsake the abandoned ones
Hear the silence ringing in your ears
Weeping with no tears
Insulin in the blood again released

Sent to a gruesome place
Stripped to the bone
Detested like poison then pest you became
The stench of betrayal lays thick

Wading in the glow
Of the ashes burnt
Where both moths and rust consume us
And destroy what is left

Beasts of prey
Ripping their enemies to bits
Harvest their discontent
Shatter their dreams
The day has come now
To reap what they sow
To stand trial for corrupted ideas

Time for the last sleep
The eternal rest is here
Never to wake again
Your curse, your fatal mistake

Haunting memories
Your ignorance darken my door
Hidden in the gloom
Damnation of the soul
Whispers of liars in disguise
Vowed to never forget till the day of doom

Time for the last sleep
The eternal rest is here
Never to wake again
Your curse, your fatal mistake

A song of love and hate
In the shadows a foul play
Marionettes by their hands
Our wires pulled tight

Desolated souls of evil
Pawns of this battle
Rivals until the last drop
A dispute that never stops

Colheita do Descontentamento

Abandone os esquecidos
Ouça o silêncio ecoando nos seus ouvidos
Chorando sem lágrimas
Insulina no sangue novamente liberada

Enviado a um lugar horrendo
Despojado até os ossos
Detestado como veneno, então praga você se tornou
O fedor da traição pesa no ar

Caminhando na luz
Das cinzas queimadas
Onde tanto traças quanto ferrugem nos consomem
E destroem o que sobrou

Feras de presa
Desmembrando seus inimigos
Colhendo seu descontentamento
Destruindo seus sonhos
O dia chegou agora
Para colher o que semearam
Para ser julgado por ideias corrompidas

Hora do último sono
O descanso eterno chegou
Nunca mais acordar
Sua maldição, seu erro fatal

Memórias assombradas
Sua ignorância escurece minha porta
Escondido na penumbra
Condenação da alma
Sussurros de mentirosos disfarçados
Prometidos a nunca esquecer até o dia do juízo

Hora do último sono
O descanso eterno chegou
Nunca mais acordar
Sua maldição, seu erro fatal

Uma canção de amor e ódio
Nas sombras, uma jogada suja
Marionetes em suas mãos
Nossos fios puxados com força

Almas desoladas do mal
Peões dessa batalha
Rivais até a última gota
Uma disputa que nunca para

Composição: