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À Luz dos Vagalumes

Aida Cuevas

A La Luz de Los Cocuyos

Hay amor de mis amores, te vengo a cantar mi copla,
Ando llena de ilusiones, y quiero besar tu boca,
Quiero decirte cositas, que traigo dentro del alma,
Pero como son bonitas, quiero decirlas con calma,

Yo no se si vengas tu, yo no se si vaya yo,
Pero has de sentir mis besos, y yo he de sentir los tuyos,
Y hemos de quedarnos presos, a la luz de los cocuyos,
Te quiero mirar bonita, sin penas y sin orgullos,
Y quiero echarme en tus brazos, a la luz, de los cocuyos

Cuantas noches de tu vida, habrás pasado conmigo,
Contando las estrellitas, y solo dios de testigo,
Siempre con la cara al cielo, cobijados por la luna,
Contando las estrellitas, decirles, una por una,

Yo no se si vengas tu, yo no se si vaya yo
Pero has de sentir mis besos, y yo he de sentir los tuyos,
Y hemos de quedarnos presos, a la luz de los cocuyos,
Te quiero mirar bonita, sin penas y sin orgullos,
Y quiero echarme en tus brazos, a la luz, de los cocuyos,
A la luz de los cocuyos.

À Luz dos Vagalumes

Tem amor, meu amor, venho cantar minha canção,
Tô cheia de ilusões, e quero beijar sua boca,
Quero te dizer coisinhas, que guardo na alma,
Mas como são tão lindas, quero falar com calma,

Não sei se você vem, não sei se eu vou,
Mas você vai sentir meus beijos, e eu vou sentir os seus,
E vamos ficar presos, à luz dos vagalumes,
Quero te olhar linda, sem tristezas e sem orgulho,
E quero me jogar nos seus braços, à luz, dos vagalumes.

Quantas noites da sua vida, você passou comigo,
Contando as estrelinhas, e só Deus de testemunha,
Sempre com a cara pro céu, cobertos pela lua,
Contando as estrelinhas, contando uma por uma,

Não sei se você vem, não sei se eu vou,
Mas você vai sentir meus beijos, e eu vou sentir os seus,
E vamos ficar presos, à luz dos vagalumes,
Quero te olhar linda, sem tristezas e sem orgulho,
E quero me jogar nos seus braços, à luz, dos vagalumes,
À luz dos vagalumes.

Composição: José Alfredo Jiménez