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Xeque-Mate

AiyrAttom

Eles gritam meu nome na multidão
Som de trovão que não cala não
Na vitrine da vida eu sou a visão

Eu sou a cara do poder
Ninguém vai me deter
Brilho que cega quem quer ver
Eu sou a cara do poder

Caminho na sombra sem hesitar
O eco dos passos faz o chão vibrar
Sou o jogo que ninguém sabe jogar

Olhos atentos
Coração blindado
Tudo que toco vira dourado

Eu sou a cara do poder
Ninguém vai me deter
Brilho que cega quem quer ver
Eu sou a cara do poder

Ruas falam
Sussurram meu nome
Cada esquina é o palco que consome
Não há barreira
Não há quem dome

Composição: Marcelo Motta Da Silva