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O Mundo Pertence aos Mortos

Akela

Halottnak Áll A Világ

Szörnyû milyen az Ember sora
unalmas, gonosz és mostoha
Senkinek nincs felesleges bora
pedig nem szomjaztam így még soha

Az autozaj jobb a madárdalnál
hát persze, hogy néha dühöngök
Ne ijedj meg, de elõfordul,
hogy álmaimban felüvöltök!

Csak egy kidolt tûzfal égesse hátam
Az õrületnek most véget vetek
Ha azt akarom legyek:
iszom Veled, vagy kábszerezek

Legközelebb majd lehetsz vidám
Ez az Élet nagyon sivár
A temetõ elõtt sok a friss virág
Csak a halottnak áll a Világ!

O Mundo Pertence aos Mortos

É horrível como é a vida do ser humano
chata, maldosa e ingrata
Ninguém tem vinho sobrando
mas eu nunca estive tão sedento assim

O barulho do carro é melhor que o canto dos pássaros
claro que às vezes eu surto
Não se assuste, mas acontece
que eu grito nos meus sonhos!

Só uma parede queimada queime minhas costas
Vou pôr um fim à loucura agora
Se eu quiser, eu vou:
bebo com você ou uso drogas

Na próxima vez você pode estar feliz
Essa vida é muito árida
Na frente do cemitério há muitas flores frescas
Só o morto é que tem o mundo!

Composição: