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Chore!

Al Sirat

Placz!

Tak zachwyceni sw¹ odrêbnoœci¹,
Tak przekonani o w³asnej s³usznoœci,
Tak zach³yœniêci sw¹ doskona³oœci¹,
Tacy dostojni w swej wynios³oœci,
Sprzedajemy swe dusze i cia³a,
Depczemy wszelkie wartoœci,
Zabijamy, by choæ na chwilê doznaæ
Potêgi, w³adzy, wielkoœci...
P³acz!
P³acz!
Mo¿e wtedy, choæ na chwilê staniesz siê
Tym, czym by³eœ!
A gdy obudzi Ciê krew mro¿¹ce przera¿enie,
Wtedy zrozumiesz, ¿e to co robisz,
Z³ud¹, k³amstwem jest,

A to co robisz nie ma znaczenia,
Pusty manifest Twej bezradnoœci,
Choæ otoczony aur¹ zniszczenia,
I tak rozwiany podmuchem nicoœci...

Po¿¹dam, chcê,
Sam spalam siê,
Nie mam ju¿ si³, lecz dalej brnê
Zgubi³em sens,
Na rêkach krew,
Nie mam odwagi, by przerwaæ sen...

Chore!

Tão encantados com nossa singularidade,
Tão convencidos da nossa própria verdade,
Tão embriagados pela nossa perfeição,
Tão dignos em nossa arrogância,
Vendemos nossas almas e corpos,
Pisamos em todos os valores,
Matamos, só pra sentir por um instante
O poder, a dominação, a grandeza...
Chore!
Chore!
Quem sabe então, mesmo que por um momento você se torne
Aquele que você foi!
E quando o medo gélido te despertar,
Então você vai entender que o que faz,
É uma ilusão, uma mentira,

E o que você faz não tem importância,
Um manifesto vazio da sua impotência,
Mesmo cercado por uma aura de destruição,
E assim disperso pelo sopro do nada...

Desejo, quero,
Eu mesmo me queimo,
Não tenho mais forças, mas sigo em frente
Perdi o sentido,
Nas mãos, sangue,
Não tenho coragem de interromper o sonho...

Composição: