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FRACASSADOS

Alberto Ergu

FRAKSA2

Somos los fracasados
Que viven encerrados
Al fondo de la clase
Y están encadenados
Con los poderes de su arte
Viajan hasta Marte

Somos los fracasados
Que viven encerrados
Al fondo de la clase
Y están encadenados
Con los poderes de su arte
Viajan hasta Marte

Tuve el valor de intentarlo
Gran avaricia al quererlo todo
Mis pensamientos gigantes
Los tienen muy pocos

Tuve el valor de intentarlo
Gran avaricia al quererlo todo
Mis pensamientos gigantes
Los tienen muy pocos

Siento que la ética se está volviendo tóxica
Miles de veces se sacrifica la lógica
La vida es frenéticamente antológica

Serán las rimas poéticas del fin del mundo
Solo hacen falta dos milisegundos
Para saber que hay que ser prudentes Felipe II
Todas las realidades tienen un transfondo
Aunque parezca ser un derrumbo, y

Me desnudo con palabras huecas
Esas que dejan huellas
Aunque no sepas el significado te dejan
Miles de marcas en el alma y no parará
Ese sangrado, de color dorado

Por el valor que deja una frase
Un simple gesto mal pronunciado un mal entendido
Gracias a esto me ha quedado claro
Que el silencio no te hace daño es un famoso conocido

Pero todo no está perdido
Como Simeone partido a partido
Ahora he querido oxido está en el olvido

Los atrevidos quedarán arrepentidos y serán agradecidos
He pulido mi alma quizás pueda podar todo el centro podrido
O alguna parte para que el siguiente lo tenga más sencillo
Sería mi pequeño gran cometido, ¡Sería mi flecha si fuese cupido!

Tuve el valor de intentarlo
Gran avaricia al quererlo todo
Mis pensamientos gigantes
Los tienen muy pocos

Somos los fracasados
Que viven encerrados
Al fondo de la clase
Y están encadenados
Con los poderes de su arte
Viajan hasta Marte

FRACASSADOS

Somos os fracasados
Que vivem trancados
No fundo da sala
E estão acorrentados
Com os poderes da sua arte
Viajam até Marte

Somos os fracasados
Que vivem trancados
No fundo da sala
E estão acorrentados
Com os poderes da sua arte
Viajam até Marte

Tive a coragem de tentar
Grande ganância ao querer tudo
Meus pensamentos gigantes
Só poucos têm

Tive a coragem de tentar
Grande ganância ao querer tudo
Meus pensamentos gigantes
Só poucos têm

Sinto que a ética tá virando tóxica
Milhares de vezes se sacrifica a lógica
A vida é freneticamente antológica

Serão as rimas poéticas do fim do mundo
Só precisa de dois milissegundos
Pra saber que é preciso ser prudente, Felipe II
Todas as realidades têm um fundo
Embora pareça um desmoronamento, e

Me desnudo com palavras vazias
Aquelas que deixam marcas
Mesmo que você não saiba o significado, elas deixam
Milhares de marcas na alma e não vai parar
Esse sangrado, de cor dourada

Pelo valor que uma frase deixa
Um simples gesto mal pronunciado, um mal-entendido
Graças a isso, ficou claro pra mim
Que o silêncio não te machuca, é um famoso conhecido

Mas nem tudo está perdido
Como Simeone, jogo a jogo
Agora eu quis, o óxido tá no esquecimento

Os ousados vão se arrepender e serão gratos
Eu refinei minha alma, talvez eu possa podar todo o centro podre
Ou alguma parte pra que o próximo tenha mais facilidade
Seria minha pequena grande missão, seria minha flecha se eu fosse Cupido!

Tive a coragem de tentar
Grande ganância ao querer tudo
Meus pensamentos gigantes
Só poucos têm

Somos os fracasados
Que vivem trancados
No fundo da sala
E estão acorrentados
Com os poderes da sua arte
Viajam até Marte

Composição: Alberto Hernández Guerra / Paula García Pérez / Yarami Montañez Agueda / Irene del Carmen Sarabia Sosa