395px

Minha Estrela

Albertucho

Mi Estrella

Tengo que recurrir a mi poca inteligencia,
me está quitando las ganas de andar por mi senda de hierba,
y la cubre con piedras.
No tiene nombre, no existe, pero puedo verla,
es de metales preciosos, se expresa en madera,
¿dónde hostias está mi estrella?
Alumbra por turnos a quien la desea,
cuando me llora la abro de piernas
y espera que cuente mil cuentos que a nadie interesan.
¿Dónde hostias está mi estrella?
que sacude las cenizas que aún me queman,
las ordena y las escupe en puño y letra
y espera que cuente mil cuentos que a nadie interesan.
Le pregunto a mis sentidos, uno a uno,
si recuerdan el color de aquellas flores
que envolvían a los poetas,
si es que estuviesen marchitas
necesito que aparezcan,
que la rieguen con su llanto,
que se abra de vida y piernas,
¿dónde te escondes bastarda?,
¿dónde hostias está mi estrella?
Alumbra por turnos a quien la desea,
cuando me llora la abro de piernas
y espera que cuente mil cuentos que a nadie interesan.
¿Dónde hostias está mi estrella?
que sacude las cenizas que aún me queman,
las ordena y las escupe en puño y letra
y espera que cuente mil cuentos que a nadie interesan.

Minha Estrela

Tenho que recorrer à minha pouca inteligência,
ela tá tirando a vontade de andar pela minha trilha de grama,
e a cobre com pedras.
Não tem nome, não existe, mas eu consigo vê-la,
é de metais preciosos, se expressa em madeira,
onde diabos tá minha estrela?
Ilumina por turnos quem a deseja,
quando me chora, eu a abro de pernas
e espera que eu conte mil histórias que não interessam a ninguém.
Onde diabos tá minha estrela?
que sacode as cinzas que ainda me queimam,
ordena e as cospe em punho e letra
e espera que eu conte mil histórias que não interessam a ninguém.
Pergunto aos meus sentidos, um a um,
se lembram da cor daquelas flores
que envolviam os poetas,
se é que estivessem murchas
preciso que apareçam,
que a reguem com seu choro,
que se abram de vida e pernas,
onde você se esconde, sua vadia?,
onde diabos tá minha estrela?
Ilumina por turnos quem a deseja,
quando me chora, eu a abro de pernas
e espera que eu conte mil histórias que não interessam a ninguém.
Onde diabos tá minha estrela?
que sacode as cinzas que ainda me queimam,
ordena e as cospe em punho e letra
e espera que eu conte mil histórias que não interessam a ninguém.

Composição: