Flor de Papel
La luna es una naranja
del color del jardin, a media noche,
descanza tras la ventana viendo el ....
voy voy canalla
las fotos el rNr
fueron tachuelas de alcohol que estas haciendo?
ahora yo, intento que el corazon
que es un gran muelle de acero no se me salga del pecho
te necesito ya vez, odio reconocer
que necesito tener, tu aliento para estar bien
enamorada perdida, mi mente te necesita
llama por favor!!,
soy un cero a la izquierda
soy un globo sin gas,
un barco en altamar sin patron a la deriva
llama porfavor!!
si estoy tan indefenza
me falta voluntad
no me puedo concentrar
encuentro la salida
rosas....rojas...uno a uno amargo
rosas...rojas....la decidia y el placer
imagine que te tenia, otra vez ,como entonces
empapado de rocio, toda la noche...esperame
no te vallas todavia, te gritaba en la obscuridad
flor... de papel..disolviendoce en la lluvia
en la espuma de tus besos naufrage,
y ahora estoy en carne viva,
flor...de papel mas que cambiante que la luna
en la fria geometria de tu piel extrañe_ la cordura me
perdi...
luces..frias de diamantes..
angel cual demonio tu
caes del cielo azul lentamente igual que un luz
no, nollores asi, aire casi respirable
calles, del atardecer.
mitad hombre con mujer
traego con mas que un alfiler
no, llores asi,
ten cuiadado con el corazon
aqui abajo en este mundo material
te defiendes o te van a detrozar por nada
ten cidado con el corazon
con las alas y todo lo demas,
un descuido y te pueden desplumar ....alerta...
Flor de Papel
A lua é uma laranja
na cor do jardim, à meia-noite,
descansando atrás da janela vendo o ....
vou, vou, canalha
as fotos, o rNr
foram tachinhas de álcool, o que você tá fazendo?
agora eu, tento que o coração
que é um grande mola de aço não saia do peito
te preciso, já viu, odeio reconhecer
que preciso ter, seu hálito pra ficar bem
apaixonada perdida, minha mente te precisa
liga, por favor!!,
sou um zero à esquerda
sou um balão murchando,
um barco em alto-mar sem capitão à deriva
liga, por favor!!
se estou tão indefesa
me falta vontade
não consigo me concentrar
encontro a saída
rosas... vermelhas... uma a uma amargas
rosas... vermelhas... a indecisão e o prazer
imagine que te tinha, de novo, como antes
ensopada de orvalho, a noite toda... espera por mim
não vai embora ainda, eu gritava na escuridão
flor... de papel... se dissolvendo na chuva
na espuma dos seus beijos naufraguei,
e agora estou em carne viva,
flor... de papel, mais mutável que a lua
na fria geometria da sua pele, senti falta da sanidade
me perdi...
luzes... frias de diamantes...
anjos como demônios, você
cai do céu azul lentamente, igual a uma luz
não, não chore assim, ar quase respirável
ruas, do entardecer.
metade homem com mulher
trago mais que um alfinete
não, não chore assim,
tome cuidado com o coração
aqui embaixo, neste mundo material
você se defende ou vão te despedaçar por nada
tome cuidado com o coração
com as asas e tudo mais,
um descuido e podem te plumar... alerta...