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Ninguém, Simplesmente Ninguém

Alejandro Fernández

Nadie, Simplemente Nadie

Nadie, como a ese ser que yo ame alguna vez
Hoy simplemente forma parte de mí ayer
Mas hoy yo siento sus caricias en mi piel, así

Nadie, con esos ojos que me miran desde lejos
Con esa risa que entibiaba mi tristeza
Con esa boca de ternura tan audaz, por que

Vuelve a mí
Q solo y triste me quede sin ti
Y vivo sin hallar a quien querer
Escúchame mi amor

Vuelve a mí
Q solo y triste me quede sin ti
Y vivo sin hallar a quien querer
Escúchame mi amor

Nadie, con esos ojos que me miran desde lejos
Con esa risa que entibiaba mi tristeza
Con esa boca de ternura tan audaz, por que

Vuelve a mí
Q solo y triste me quede sin ti
Y vivo sin hallar a quien querer
Escúchame mi amor

Vuelve a mí
Q solo y triste me quede sin ti
Y vivo sin hallar a quien querer
Vuelve mi amor

Ninguém, Simplesmente Ninguém

Ninguém, como aquele ser que eu amei um dia,
Hoje simplesmente faz parte do meu passado,
Mas hoje eu sinto suas carícias na minha pele, assim.

Ninguém, com esses olhos que me observam de longe,
Com aquele sorriso que aquecia minha tristeza,
Com essa boca de ternura tão ousada, por que.

Volta pra mim,
Que eu fiquei só e triste sem você,
E vivo sem encontrar a quem amar,
Escuta-me, meu amor.

Volta pra mim,
Que eu fiquei só e triste sem você,
E vivo sem encontrar a quem amar,
Escuta-me, meu amor.

Ninguém, com esses olhos que me observam de longe,
Com aquele sorriso que aquecia minha tristeza,
Com essa boca de ternura tão ousada, por que.

Volta pra mim,
Que eu fiquei só e triste sem você,
E vivo sem encontrar a quem amar,
Escuta-me, meu amor.

Volta pra mim,
Que eu fiquei só e triste sem você,
E vivo sem encontrar a quem amar,
Volta, meu amor.

Composição: Jose Finkelberg / Martha Susana Fernandez