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Terra Distante

Alfredo Le Pera

Lejana tierra mía

Lejana tierra mía

Lejana tierra mia
bajo tu cielo,
bajo tu cielo,
quiero morirme un dia
con tu consuelo,
con tu consuelo.
Y oir el canto de oro
de tus campanas
que siempre añoro;
no se si al contemplarte
al regresar
sabre reir o llorar...

Silencio de mi aldea
que solo quiebra la serenata
de un ardiente Romeo
bajo una dulce luna de plata.
En un balcon florido
se oye el murmullo
de un juramento,
que la brisa llevo con el rumor
de otras cuitas de amor.

Siempre esta
el balcon
con su flor
y su sol...
Tu no estas, faltas tu...
Oh! Mi amor...

Lejana tierra mia
de mis amores,
como te nombro
en mis noches de insomnio
con las pupilas
llenas de asombro...
Dime, estrellita mia,
que no son vanas mis esperanzas;
bien sabes tu... que pronto he de volver...
a mi viejo querer.

Terra Distante

Terra distante minha

Terra distante minha
sob seu céu,
sob seu céu,
quero morrer um dia
com seu consolo,
com seu consolo.
E ouvir o canto de ouro
das suas campanas
que sempre anseio;
não sei se ao te contemplar
ao voltar
saberé rir ou chorar...

Silêncio da minha aldeia
que só é quebrado pela serenata
de um ardente Romeu
sob uma doce lua de prata.
Em uma varanda florida
se ouve o murmúrio
de um juramento,
que a brisa levou com o rumor
de outras dores de amor.

Sempre está
a varanda
com sua flor
e seu sol...
Você não está, falta você...
Oh! Meu amor...

Terra distante minha
dos meus amores,
como te nomeio
nas minhas noites de insônia
com as pupilas
cheias de espanto...
Diga-me, estrelinha minha,
que não são vãs minhas esperanças;
bem sabes que em breve voltarei...
ao meu velho amor.

Composição: