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Bêbada

Alfredo Olivas

Borracha

Buena y sana eres incorruptible
Y ni de broma aceptas mis cortejos
Buena y sana eres un imposible
Una obra que se ve de lejos

No hay manera de que te corrompan
Ni siquiera intentar sobornarte
Una fiera a la cual no se doma
Una dama que se cocina aparte

Ya con un par de tragos encima
Vas por grandes dosis de adrenalina

Ya borracha rompes el protocolo
Y cambias de polo a polo tu forma de ser
Hasta tu sombra te desconoce
Y buscas quién destroce tu reputación, mujer

Borracha tus principios rompen filas
Y tu indisciplina sale a relucir
Aniquilas sin piedad tus ideales
El qué dirán te vale y te vas con quien se quiera ir

Y no puedo omitir lo que veo
Si lo que más deseo es que te des a respetar
Pero entonces miro tu silueta
Me haces una mueca y no sé si reír o llorar

Después del trago equis, ni de ti sabes
Sin intereses y a facilidades

Ya borracha rompes el protocolo
Y cambias de polo a polo tu forma de ser
Hasta tu sombra te desconoce
Y buscas quién destroce tu reputación, mujer

Borracha tus principios rompen filas
Y tu indisciplina sale a relucir
Aniquilas sin piedad tus ideales
El qué dirán te vale y te vas con quien se quiera ir

Y mientras tú andas de coqueta
Le subo tiro a mi escopeta
Creyendo que soy el que va a tirar
Y otro es el que te va a cazar

Bêbada

Boa e correta, você é incorruptível
E nem de brincadeira aceita meus flertes
Boa e correta, você é um impossível
Uma obra que se vê de longe

Não há jeito de te corromper
Nem mesmo tentar te subornar
Uma fera que não se doma
Uma dama que se vira sozinha

Já com uns drinks na cabeça
Vai atrás de grandes doses de adrenalina

Já bêbada, quebra o protocolo
E muda de ponta a ponta seu jeito de ser
Até sua sombra não te reconhece
E você procura quem destrua sua reputação, mulher

Bêbada, seus princípios se desmancham
E sua indisciplina vem à tona
Aniquila sem dó seus ideais
O que vão dizer não importa e você vai com quem quiser ir

E não posso omitir o que vejo
Se o que mais desejo é que você se dê ao respeito
Mas então olho sua silhueta
Você faz uma careta e não sei se rio ou choro

Depois de um trago qualquer, nem de você sabe
Sem interesses e com facilidades

Já bêbada, quebra o protocolo
E muda de ponta a ponta seu jeito de ser
Até sua sombra não te reconhece
E você procura quem destrua sua reputação, mulher

Bêbada, seus princípios se desmancham
E sua indisciplina vem à tona
Aniquila sem dó seus ideais
O que vão dizer não importa e você vai com quem quiser ir

E enquanto você anda de coquete
Eu carrego minha espingarda
Achando que sou eu quem vai atirar
E é outro que vai te conquistar

Composição: