As Nothnig Consumes Everything
That which from chaos surfaced
in chaos shall eventually drown
buried in the same restless womb
from whence it once crept out
Be it the most majestic mountain
or a leaf floating down a creek
both equally pulverized in naught
under the merciless cosmic feet
Prayers are but waste of breath
they fade into the roaring storm
and even if they reached a god
not one could match this force
As Nothing consumes Everything
the glasshouse of creation shall shatter and fall
Like Lamia lurking by the cradle
the Mother has nurtured Her child
and as the hor of filicide is at hand
She acts without a tear or a smile
Accept the nature of the process
its monumentum can never cease
bend your knee, bow down your head
give praise to this grand release
As Nothing consumes Everything
the weeds of existence spring up no more
From dream to reality
from frail to perfection
from extant to noumenal
from one and one to none
As Nothing consumes Everything
no matter how sacred, all life must end
O Nada Consome Tudo
Aquilo que do caos surgiu
no caos acabará por se afogar
enterrado no mesmo ventre inquieto
de onde um dia se arrastou
Seja a montanha mais majestosa
ou uma folha flutuando no riacho
ambas igualmente pulverizadas em nada
sob os pés cósmicos impiedosos
Orações são apenas desperdício de fôlego
elas se perdem na tempestade rugindo
e mesmo que chegassem a um deus
nenhum poderia igualar essa força
Como o Nada consome Tudo
a casa de vidro da criação se quebrará e cairá
Como Lamia espreitando ao lado do berço
a Mãe cuidou de Seu filho
e enquanto a hora do filicídio se aproxima
Ela age sem uma lágrima ou um sorriso
Aceite a natureza do processo
seu monumento nunca poderá cessar
se dobre, curve sua cabeça
preste louvor a essa grande libertação
Como o Nada consome Tudo
as ervas daninhas da existência não brotarão mais
Do sonho à realidade
do frágil à perfeição
do existente ao noumenal
do um e um ao nenhum
Como o Nada consome Tudo
não importa quão sagrado, toda vida deve acabar