The Parody's Zenith
All the way from Eden to Armageddon
Such long the journey, not a single step taken
Infested the planet like malignant tumors
Still being the lowest of all terrestial lifeforms
Welcome to the grand downward vortex
Drowning in nightmares, fear is what we breathe
A flickering flame of a candle is our existence
Fading out, evermore insignificant
In comparison with the living
The dead seem rather fortunate
We have engraved our own epitaph
The last paragraph in the chronicles of man
A scythe-bearing sun smiles at the tragedy
Sheding a light of irony upon the failures of humanity
Technology marches on
As does the death of intelligence
Towards a brand new Golgatha
Where only one cross awaits us all
Mankind... Cast aside... Deprived of life
Tormented with the nails of extinction
The last swing of the hammer concludes the parody
Of a race poisoned by triviality
And still some dare to ask: Will dawn follow this darkness?
O Zênite da Paródia
De Eden a Armageddon
Uma jornada longa, sem um passo dado
Infestando o planeta como tumores malignos
Ainda sendo o mais baixo de todos os seres terrestres
Bem-vindo ao grande vórtice descendente
Afogados em pesadelos, o medo é o que respiramos
Uma chama tremeluzente de uma vela é nossa existência
Desvanecendo, cada vez mais insignificante
Em comparação com os vivos
Os mortos parecem bastante afortunados
Gravamos nosso próprio epitáfio
O último parágrafo nas crônicas da humanidade
Um sol portador de foice sorri para a tragédia
Luz de ironia sobre os fracassos da humanidade
A tecnologia avança
Assim como a morte da inteligência
Rumo a um novo Golgatha
Onde apenas uma cruz nos aguarda
A humanidade... Largada... Privada de vida
Torturada com os pregos da extinção
O último golpe do martelo conclui a paródia
De uma raça envenenada pela trivialidade
E ainda alguns se atrevem a perguntar: A aurora seguirá esta escuridão?