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Mágico

Alhana

Mágus

Könyörgések szólnak nekem,
Fekete tintával írják le nevem.
Mágus vagyok, az éj boszorkánya,
Nem fog a máglyák fekete lángja.

Tûzvihar robban a szavam nyomán,
Mindent elsöprõ jeges hurrikán.
Érintésemre (a) halál jön el,
Rád borul, mint egy sötét lepel.

Elszakít valami a való világtól,
Elvakít újra a hatalom-mámor.

Ref.:
Mágus vagyok, mindenható,
Kárhozott lelkem örökké való.
Mágus vagyok, isteni lény,
Sötét királynõ, a fekete fény.

A tudás az enyém, mi mindent megér,
De nagy árat adtam a hatalomért.
A testem összetört, kihûlt a szívem,
De érzem az erõt, mely izzik velem.

Mágico

Súplicas falam pra mim,
Escrevem meu nome com tinta preta.
Sou um mágico, a bruxa da noite,
As chamas negras da fogueira não me pegam.

Uma tempestade de fogo explode ao meu redor,
Um furacão gelado que arrasa tudo.
Ao meu toque (a) morte se aproxima,
Cai sobre você como um manto escuro.

Algo me separa do mundo real,
O poder me cega novamente, essa embriaguez.

Refrão:
Sou um mágico, todo-poderoso,
Minha alma condenada é eterna.
Sou um mágico, ser divino,
Rainha das trevas, a luz negra.

O conhecimento é meu, tudo que vale,
Mas paguei um alto preço pelo poder.
Meu corpo está quebrado, meu coração esfriou,
Mas sinto a força que arde dentro de mim.

Composição: