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Pica-Pau

Alisa

Diatel'

Est' u pavlina shikarnyj khvost,
Poet krasivo kakoj-to drozd,
I mogut k Solntsu orly letat',
A diatel s detstva privyk stuchat'.

U diatla ne bolit bashka,
V poriadke pechen' i kishka.
Davno sdokh ego poslednij vrag -
Vidno diatel stuchat' mastak.

On prost v okraske i ne poet.
I tak u diatla polno zabot:
Tut nuzhno stuknut', tam - postuchat',
On s detstva lesu privyk pomogat'.

Pica-Pau

É um pica-pau com um rabo bonito,
Canta bonito como um certo tico-tico,
E podem voar até o Sol as águias,
Mas o pica-pau desde pequeno já tá acostumado a bater.

O pica-pau não sente dor na cabeça,
Tá de boa com o fígado e o intestino.
Já faz tempo que seu último inimigo morreu -
Dá pra ver que o pica-pau tá batendo firme.

Ele é simples na aparência e não canta.
E assim o pica-pau tem um monte de preocupações:
Aqui precisa bater, ali - dar uma batida,
Ele desde pequeno aprendeu a ajudar a floresta.

Composição: