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Morte

Alisa

Smert'

Kto v semi sosnakh pereputal porogi,
Kto lovil luchi v struiakh mutnoj vody,
Kto iskal sledy vetra vo chistom pole,
A kto tianul k sebe pritiazhenie zvezdy.

Ispokon vekov zemlia,
Usmiriala mig,
Ukryvala tishinoj
Krik.
Kazhdomu svoi puti,
Kazhdomu svoj chas.
Smert' rovniaet po sebe
Nas.

Raznye shagi, vybor mesta ne vazhen,
Krest ne po sebe, bez uzdy udila,
Kuzova bez dush, ili dushi bez bashen,
Vot takoj rasklad, takie dela.

Morte

Quem na floresta de pinheiros confundiu as portas,
Quem capturou os raios nas correntes de água turva,
Quem buscou os rastros do vento em campo limpo,
E quem puxou pra si a atração da estrela.

Desde tempos imemoriais a terra,
Acalmou o instante,
Escondeu na quietude
O grito.
Cada um com seu caminho,
Cada um com seu tempo.
A morte alisa a todos nós
Igualmente.

Passos diferentes, a escolha do lugar não importa,
A cruz não é por si, sem rédeas e cabresto,
Corpos sem alma, ou almas sem corpos,
É assim que as coisas são, é assim que funciona.

Composição: